Marta Rodriguez

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A relação de amor com a argentina Marta Rodriguez, vivida entre 1976 e 1977, traz a marca da serenidade. Mas também do impossível. Gesse Gessy, com sua voluptuosidade e seu casulo de mistérios, o exauriu. Marta surge como a possibilidade de paz encarnada numa menina suave e gorducha. O amor deixa de ser encontro para se tornar ilusão. A própria Marta nunca pôde entender, inteiramente, o que fazia a seu lado. Marta é o desejo impossível de Vinicius. Amam-se, mas o amor se torna voracidade. O que o poeta deseja não é mais a paixão, mas a salvação. A morte começa a rondá-lo.

Como bem descreve José Castello, Martita concede o amor de namorado a um Vinicius já envelhecido, mas eternamente enternecido e apaixonado.

Filha da classe média argentina, quase quarenta anos mais nova do que ele, Marta mergulha na poesia, estimulada por Vinicius. Escreve e dedica alguns poemas ao amado, em uma inédita inversão de papéis. Em 1977, já no fim da relação, dedica lindo poema a Vinicius, por ocasião dos 64 anos do poeta.

Marta Rodriguez foi a oitava amada de Vinicius de Moraes.

Marta Rodriguez

Fontes:

– Biografia Vinicius de Moraes – O poeta da paixão, de José Castello

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