Smashing Pumpkins lança Mellon Collie and the Infinite Sadness

Há 20 anos… dia 24 de outubro de 1995.

Smashing Pumpkins lança Mellon Collie and the Infinite Sadness

Mellon Collie and the Infinite Sadness já nasceu um hit.

Terceiro álbum do Smashing Pumpkins, se colocou no topo da Billboard logo no lançamento, feito inédito e único na trajetória da banda de Chicago.

Na primeira semana, vendeu mais de 246 mil cópias, uma façanha pra qualquer disco. Que dirá um CD duplo, com 28 músicas, e que custava cerca de 20 dólares, preço relativamente alto duas décadas atrás.

Sob o ponto de vista comercial, o líder e vocalista Billy Corgan realizou, em parte, o sonho de conceber um “The Wall da Geração X”, como prometera, em referência ao álbum do Pink Floyd, até hoje sucesso de vendas.

Sem sombra de dúvida, Mellon Collie and the Infinite Sadness é o trabalho pelo qual o Smashing Pumpkins será lembrado em um futuro ainda mais distante.

“O mais ambicioso e talentoso trabalho do grupo até agora”, escreveu Christopher John Farley, na Time, que posteriormente elegeria o CD como o melhor de 1995. Apesar das 3 estrelas e de ressalvas quanto às letras, Jim Derogatis chegou a dizer que o álbum se tratava de “um dos raros lançamentos épicos de rock”, em texto na Rolling Stone, em novembro de 1995.

Como se pode notar, o terceiro disco do Smashing Pumpkins foi muito bem aceito pela crítica da época. Hoje, vinte anos mais tarde, já começa a ganhar status de clássico. Como The Wall.

Claro que não dá pra terminar o post sem lembrar das duas canções mais marcantes do disco – pelo menos para este escriba: “Tonight, Tonight” e “1979”. Curioso pensar como são bem diferentes entre si. Em tudo.

“Tonight, Tonight” logo nos remete ao famoso e premiado clipe, uma homenagem ao cineasta George Mèlies e sua “Viagem à Lua”. Aliás, o lindo arranjo, com a fundamental colaboração da Orquestra Sinfônica de Chicago, nos leva à superfície lunar! “Believe in me as I believe in you”, canta Corgan.

Já “1979” nos coloca em uma pista de dança, já no final da festa, ao lado das poucas que balançam o corpo ao som da ritmada – e “loopada”! – bateria de Jimmy Chamberlin e do baixo meio à New Order de D’arcy Wretzky. “Forgotten and absorbed into the earth below”. Sonzaço.

O Smashing Pumpkins lançaria o quarto álbum só três anos depois, em 1998. O muito esperado Adore dividiu fãs da banda, mas foi bem aceito pela crítica.

Mas essa história fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

“Tonight, Tonight”, em show de pré-lançamento do disco:

Mellon Collie and the Infinite Sadness:

Fontes e +MAIS:

Wikipedia

Wikipédia

– alternativenation.net

– rollingstone.com

– allmusic.com

– consequenceofsound.net

– smashingpumpkinsnexus.com

– spin.com

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