Morre o menino Dener

Há 20 anos… dia 19 de abril de 1994.

Morre o menino Dener

Um menino correndo atrás de uma bola. Um menino-craque.

Menino franzino, magrelo, sorriso malandro, bigodinho à Didi.

Menino-craque.

E se ele não tivesse morrido naquele poste na Lagoa Rodrigo de Freitas?

Se tivesse driblado a morte, como os tantos zagueiros que driblou?

Se tivesse ido pra Copa do Mundo de 1994? Ou de 1998? 2002?

Se tivesse ido pra Europa?

Se tivesse jogado junto com Romário, Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho?

Lembro do Telê pedindo ele no São Paulo. E se ele tivesse ido? Imagine naquele time!

E se?

Na vida e no gramado, não existe “se”. Ele não entra em campo. Não entra no jogo da vida.

O que passou, passou.

Um menino!

Dener foi um sonho que a gente teve! – permissão ao mestre Nelson Sargento…

Por 4, 5 anos, encantou com a bola nos pés. Feito cometa, desfilou a malandragem de menino. Brilhou com a camisa da Lusa, do Grêmio, do Vasco. Pouco com a da seleção (2 jogos, nenhum gol).

Um menino-craque. Como tantos brasileirinhos nesse País de meninos bons de bola.

Dener vive.

Veja golaço de Dener contra o Santos, na narração de Silvio Luiz:

+MAIS:

“O brilho eterno de Dener”, por Thiago Arantes.

Especial “20 anos sem Dener”, do globoesporte.com

Wikipédia

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