O fim do Creedence Clearwater Revival

Há 45 anos… dia 16 de outubro de 1972.

“O que eles fizeram foi lembrar os americanos de onde vieram. Suas letras eram tão americanas”, disse, certa vez, Jake Rohrer, ex-chefe de imprensa do Creedence Clearwater Revival.

Uma banda única, peculiar. Um furacão do rock and roll. Por um curtíssimo período, entre 1968 e 1970, os californianos realmente tocaram o céu. O paraíso, claro, se materializou em Woodstock, em agosto de 1969. Então, tudo começou a ruir.

Quando gravou Pendulum, lançado em 1971, a banda liderada por John Fogerty iniciou a caminhada para o fim. Logo após o lançamento do sexto álbum, Tom decidiu que tinha suportado o bastante do genioso irmão vocalista e deixou o grupo.

Restaram John, o baixista Stu Cook e o baterista Doug Clifford. Com um sistema mais “democrático” proposto pelo bandleader e frontman, o CCR lançou Mardi Gras em abril de 1972.

Um desastre. Sob qualquer perspectiva, de vendas ou aos olhos de críticos. Jon Landau, por exemplo, elegeu o disco como “O pior álbum que já ouvi de uma grande banda de rock”, em resenha na Rolling Stone.

Então, em uma segunda-feira perdida de 1972, o grupo que no ápice recebia cartas e mais cartas vindas de jovens soldados no Vietnã e de condenados em presídios federais chegou ao fim.

NOVA YORK – O Creedence Clearwater Revival não mais existirá como banda. Os três integrantes, John Fogerty, Stu Cook e Doug Clifford, permanecerão sob contrato com a Fantasy Records, com quem o grupo esteve desde o começo, em 1966. Cada membro agora vai dedicar seu tempo a produzir, escrever e gravar trabalhos individuais.

Esta foi a “nota de rodapé” presente na Billboard de 28 de outubro. Um triste epílogo.

A exemplo do que, em geral, acontecem com bandas de rock, ao melancólico término seguiram-se batalhas nos tribunais, especialmente entre John e a gravadora, além de intermináveis atritos entre os integrantes, via imprensa.

Quando Tom partiu, em 1990, vítima de complicações em virtude da Aids, as feridas ainda estavam bem abertas. E longe de cicatrizarem…

Nada que apague, porém, a tempestade sonoro que foi o Creedence Clearwater Revival. “Portadores-modelos e principais celebrantes da música americana de raiz”, como pontuou texto do Rock and Roll Hall of Fame, por ocasião da entrada da banda no panteão do rock, em 1993.

Uma história que fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

O fim, em breve vídeo do ultimateclassicrock.com:

O show em Woodstock:

Fontes e +MAIS:

– Wikipedia

– Wikipédia

– ultimateclassicrock.com

– uncut.co.uk

– teamrock.com

– theuncool.com

– books.google.com.br

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Um comentário sobre “O fim do Creedence Clearwater Revival

  1. …CONCUERDO..!!…CCR…INFINITUM..PENDULUM..–LIKE…””,FEELIN..BLUE.””..KEEP..ON..CHOOGLIN.”””..ETC..AND…………………………………………………………………………ALL……..,,ETC…………………………………………………………….AND..ALL..__________________________THANKS…MR…ÉFEMELLO..____________________________________________@@@@@@@@@@@@@@@@@.

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