“O Quinto Elemento” estreia nos EUA

Há 20 anos… dia 9 de maio de 1997.

O ano é 2259. Século 23.

Como em toda e qualquer ficção científica, a Terra está a perigo. Desta vez, é do ex-major e atual taxista Korben Dallas (Bruce Willis) a responsabilidade por salvá-la. Sua aliada é Leeloo (Milla Jovovich), uma jovem mulher, meio humanoide, meio clone. O vilão é Jean-Baptiste Emanuel Zorg (Gary Oldman), um industrial seduzido por forças do mal.

Este é “O Quinto Elemento”, que hoje completa duas décadas. Uma trama escrita por um garoto de 16 anos, dirigida por um homem de 38. “Coincidentemente”, a mesma pessoa: o francês Luc Besson.

Notoriamente inspirado em hits do gênero sci-fi, como o clássico do cinema mudo “Metropolis”, o longa-metragem tem muitas virtudes. À época do lançamento, foi recebido com críticas mistas, mas com aclamação de público, vide a bilheteria do primeiro final de semana (US$ 17 milhões).

“A exemplo de ‘Metropolis’ (1926) ou ‘Blade Runner’, oferece visões tão extraordinárias que você trava o seu julgamento e fica simplesmente grato por vê-las. Se Besson tivesse sido capaz de vincular esses devaneios com uma história mais disciplinada e uma edição mais impiedosa, poderia ter realmente alguma coisa”, escreveu Roger Ebert, que deu 3 de 4 estrelas ao filme.

Já Janet Maslin não teve a mesma compaixão. Em resenha do New York Times, a jornalista e crítica deu uma boa descascada no que julgou uma produção rasa e vazia.

“Cooptado pelo estilo internacional dos quadrinhos, o Sr. Besson lança este chocante épico sobre uma plateia adolescente, que valoriza o design bacana sobre a coerência da trama, a excitação oca sobre a razão. A história descreve uma missão para salvar a humanidade, mas, no que diz respeito ao filme em si, ela já se foi”.

Vinte anos após o debute, a crítica tende a julgar “O Quinto Elemento” com mais consideração. Como sempre acontece, aliás.

A produção de Besson teve uma indicação ao Oscar de 1998 (Melhor Edição de Som), mas acabou derrotada por “Titanic”.

O diretor experimentaria o gosto do fiasco comercial em seu longa seguinte, “Joana d’Arc”, que teve Milla Jovovich encarnando a heroína francesa.

Mas essa história fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

Trailer:

Fontes e +MAIS:

– Wikipedia

– Wikipédia

– IMDb

– rogerebert.com

– nytimes.com

– rollingstone.com

– theguardian.com

– cnet.com

– buzzfeed.com

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