No ano do tri, Piquet é 2º lugar no GP Brasil

Há 30 anos… dia 12 de abril de 1987.

Três décadas atrás, Nelson Piquet escrevia, em casa, o primeiro capítulo de seu derradeiro título mundial de Fórmula 1. Segundo lugar no grid, segundo lugar na corrida, realizada no circuito de Jacarepaguá, no Rio, sua terra natal.

Um GP com vários líderes, marcado pela crítica ao desempenho dos pneus Good Year, então fornecedora oficial de todas as escuderias. Senna, por exemplo, que abandonou a 11 voltas do fim, por problemas no motor da Lotus, saiu atirando e disse que nunca vira pneus “tão ruins na vida”.

O futuro tricampeão teve de assistir ao futuro rival e futuro companheiro de equipe Alain Prost receber a bandeirada com sua McLaren de número 1. A 26ª vitória na categoria, uma a menos do que o então recordista Jackie Stewart.

Cauteloso como sempre, o campeão conduziu a equipe inglesa ao triunfo na corrida de abertura da temporada 1987, ficando mais de 40s à frente de Piquet e a quase 1min de distância do colega estreante Stefan Johansson, da Suécia.

A vitória do francês e a boa performance da McLaren foi classificada pelo sempre irreverente brasileiro como “um rabo deste tamanho”. “Se o motor não tivesse aquecido, eles iam me ver de binóculo”, disse Piquet, lembrando dos problemas na Williams-Honda.

Segundo a Folha, o superaquecimento no motor V6 Turbo de Piquet foi causado pelos papéis picados vindos das arquibancadas de Jacarepaguá. Para o jornal, o acúmulo de papel na entrada do motor ocasionou o problema na engrenagem do piloto e prejudicou seu desempenho.

Mais do que Piquet, teve gente que não teve motivo nenhum, como o inglês Nigel Mansell, companheiro de Williams.  Pole position, ele acabou na sexta posição, atrás de Gerhard Berger, da Ferrari, e de Thierry Boutsen, da Benetton. Boutsen que, aliás, foi um dos cinco líderes ao longo das 61 voltas do Grande Prêmio..

Bem, a sorte mudaria para Mansell logo na segunda prova da temporada, em Ímola, em GP que ficaria marcado pelo acidente de Piquet nos treinos. Adivinha onde?

Mas essa história fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

A corrida, na íntegra:

Imagens de bastidores:

Piquet “entrevista” jornalista italianos antes do GP:

Fontes e +MAIS:

– Acervo Folha

– Wikipedia

– Wikipédia

– memoriaglobo.globo.com

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2 comentários sobre “No ano do tri, Piquet é 2º lugar no GP Brasil

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