Bodo Illgner, 50 anos

7 de abril de 1967

“Campeão Bodo Illgner faz 50”

“Campeão do mundo Bodo Illgner faz 50! FC deseja um feliz aniversário”

“Campeão do mundo, goleiro Illgner faz 50”

“Feliz 50: a carreira de Bodo Illgner em fotos”

Federação Alemã de Futebol, Colônia FC, Fifa, Kicker… Só faltou mesmo a homenagem do Real Madrid ao ilustre cinquentão deste 7 de abril.

Jogador do panteão de lendas do futebol germânico, Bodo Illgner é integrante do clube de míticos arqueiros que envergaram a pesadíssima camisa da Alemanha. Campeão do mundo em 1990, aposentado da seleção quatro anos mais tarde – uma decisão da qual se arrepende, como mostra o vídeo abaixo.

Nascido em Koblenz, parte Ocidental da Alemanha dividida, Illgner fez as primeiras defesas jogando pelo FC Hardtberg, de Bonn, antes de chegar ao tradicional Colônia, aos 16 anos.

Logo na estreia profissional, após passar pela base do clube, teste de fogo: simplesmente contra o Bayern de Munique e substituindo a legenda Harald Schumacher, expulso por ter cometido um pênalti.

Illgner assumiria o posto de titular dos “Bodes” na temporada 1987/1988, depois da dispensa de Schumacher, envolvido em polêmica por declarações na autobiografia “Apito inicial: abrindo o jogo sobre o futebol alemão”.

Foram 10 anos de Colônia, em uma trajetória sem títulos, mas cheia de histórias e boas lembranças, como o vice da Copa da Alemanha em 1991. Um título que escapou por pouco, nos pênaltis, nos quais Illgner até fez a sua parte, defendendo uma cobrança.

Pelo time da cidade do Oeste da Alemanha, o goleiro chegou à seleção. Convocado por Franz Beckenbauer, estreou pela Mannschaft em setembro de 1987, na vitória por 1 a 0 contra a Dinamarca.

Um ano depois, assistiu, do banco, a Alemanha ser eliminada pela futura campeã Holanda nas semifinais da Eurocopa, sediada na própria casa. Eike Immel, do Stuttgart, foi o titular. Mas o melhor estava por vir…

Com apenas 23 anos, Illgner levantaria o maior troféu do futebol: a Taça do Mundo. De quebra, entraria para a História como o primeiro goleiro a não sofrer gol em uma final de Copa, posteriormente um fato corriqueiro.

Seu grande jogo no mundial da Itália foi a semifinal contra os ingleses, em que defendeu a cobrança de Pearce na disputa de pênaltis (após o empate em 1 a 1, o time de Beckenbauer venceu por 4 a 3).

A alegria de 1990 deu lugar ao desgosto, à decepção e ao fim em 1994. Desentendimentos com o técnico Berti Vogts e alguns outros colegas de time, como Mathias Sammer, minaram a força de Illgner.

Depois da eliminação nas quartas, derrota de 2 a 1 para a Bulgária de Stoichkov, ele resolveu se aposentar da seleção da Alemanha. Tinha só 27 anos e, certamente, mais umas Copas pela frente…

A amargura com a Alemanha foi curada com uma extraordinária trajetória por um dos clubes mais tradicionais do planeta, o Real Madrid. De 1996 até 2001, Illgner colecionou títulos pesados e conquistou a exigente torcida madridista.

Foram duas Liga dos Campeões, um Mundial de Clubes, duas taças de Espanhol e mais uma Supercopa da Espanha. Pra completar, Illgner ainda preparou o caminho ao sucessor, a prata da casa Iker Casillas.

Até hoje, o alemão é muito bem avaliado pela torcida e imprensa ligada aos merengues. Em 2013, por exemplo, foi escolhido titular do melhor time estrangeiro da História do Real Madrid, em eleição do jornal Marca.

Merecido. Illgner foi um goleiraço.

Illgner lembra da Copa de 1990:

Rivaldo x Illgner, em um Barça e Real:

Fontes e +MAIS:

– Wikipedia

– Wikipedia (em alemão)

– Wikipédia 

– goleirodealuguel.com.br

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