Morre o lendário Lemmy Kilmister

Há 1 ano… dia 28 de dezembro de 2015.

Morre o lendário Lemmy Kilmister

POR MATEUS RIBEIRO*

Ian Fraiser Kilmister, mais conhecido como Lemmy Kilmister, nasceu em 24 de dezembro de 1945, em Stoke-on-Trent, Staffordshire, Inglaterra.

Na infância, se interessou por música e aprendeu a tocar guitarra por influência dos Beatles.

Antes de se tornar músico, era roadie, chegando a trabalhar para ninguém menos que Jimi Hendrix. Porém, o sucesso, a glória e a fama viriam com o Motörhead.

Fundado por Lemmy em meados da década de 1970, o Motörhead é, foi, e sempre será uma das maiores influências para bandas de rock and roll, heavy metal e de gêneros similares. Não apenas pelo som rápido, sujo, barulhento, bruto e autêntico, mas também pela personalidade de Lemmy, que, no final das contas, se refletia muito no som da banda.

Poucos músicos se confundem com sua banda, e Lemmy é um desses músicos. A mistura de punk rock com rock and roll fez do Motörhead uma das pioneiras do thrash e do speed metal. Para ele, o som da banda era apenas rock and roll, puro e simples. Uma definição sem rodeios, feita pelo cara que odiava rodeios.

Discos do calibre de Overkill, Ace of Spades, Bomber, Orgasmatron e Iron Fist soam honestos e atuais até os dias de hoje. Utilizando sempre a mesma fórmula (barulho, letras ácidas, velocidade e sua voz rouca), Lemmy conseguiu se tornar um ícone, apesar de pouco ligar pra isso. Suas músicas, apesar de simples, sempre soaram como um verdadeiro soco no queixo.

Além de um músico conceituado, o lado pessoal do fundador de uma das principais bandas de rock and roll da história sempre chamou muito a atenção. Fanático por mulheres e Jack Daniel’s, não são raras as fotos em que aparece com uma de suas paixões. Ou com ambas. O cigarrinho era a terceira “companhia”. Sua vida também contou com outros excessos, mas Lemmy, provavelmente, nunca se arrependeu, e jamais se arrependeria com a forma como viveu. Levou a passagem por aqui como uma verdadeira estrela do rock, mesmo que não fizesse a mínima questão de ser considerado como tal.

Uma trajetória sem regras até os setenta anos. Quatro dias depois de completar sete décadas, ele partiu, em decorrência de um câncer extremamente agressivo. Logo ele, que sempre pareceu imortal aos olhos dos meros mortais, os fãs de sua música. Com a morte de Lemmy, o Motörhead, obviamente, também encerrou suas atividades.

Um grande músico. Uma pessoa amada e respeitada por todos que o rodeavam. Um gênio. Um monstro. Esse foi Lemmy Kilmister. Aliás, esse É Lemmy Kilmister. Afinal, lendas nunca morrem.

* Mateus Ribeiro, limeirense com muito orgulho. Fanático por Ramones, Metal Sueco e pelo Sport Club Corinthians Paulista. Detesta tudo o que envolve o futebol na atualidade, mas não consegue ficar meia hora do dia longe do futebol. Um aficionado por redes sociais, administra várias páginas no Facebook, e está se aventurando como youtuber!

“Overkill”:

Documentário sobre Lemmy:

+MAIS:

– Wikipedia

– Wikipédia

– rollingstone.com

– ultimateclassicrock.com

– consequenceofsound.net

– nytimes.com

– bbc.com

– theguardian.com

– economist.com

– telegraph.co.uk

– musica.uol.com.br

– g1.globo.com

– tenhomaisdiscosqueamigos.com

– whiplash.net

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