Oasis lança (What’s the Story) Morning Glory?

Há 20 anos… dia 2 de outubro de 1995.

Oasis lança (What's the Story) Morning Glory?

347 mil.

Foi a gloriosa e histórica marca de vendas da primeira semana de (What’s the Story) Morning Glory?, o segundo e mais bem-sucedido álbum do Oasis. Em certo momento daqueles insanos dias, as lojas da HMV de Londres passavam duas cópias do disco por minuto em suas registradoras!

Só esse número já dá a medida da relevância do sucessor de Definetely Maybe para a banda dos irmãos Gallagher. Quer mais? Aí vai!:

– É o terceiro álbum mais vendido no Reino Unido em todos os tempos, atrás somente de Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, dos Beatles, e do Greatest Hits do Queen.

– Ficou 10 semanas no #1 das paradas britânicas e alcançou o quarto lugar no Billboard 200, nos Estados Unidos.

– Os singles “Some Might Say” – lançado em abril – e “Don’t Look Back in Anger” alcançaram o topo no Reino Unido. “Champagne Supernova” e “Wonderwall” chegaram ao primeiro lugar na parada de Modern Rock Tracks, nos EUA. A balada romântica ainda atingiu o #1 na Austrália e na Nova Zelândia.

O curioso é que o sucesso imediato nas vendas e nas paradas não comoveu muito os críticos, que desceram a lenha no segundo trabalho dos mancunians. Salvo poucas exceções, como Jon Wiederhorn, na Rolling Stone, (What’s the Story) Morning Glory?  foi castigado pela mídia especializada, principalmente a britânica.

“As letras até procuram, mas somente preenchem um buraco, ponto final. Não dizem nada sobre qualquer coisa”, bombardeou David Cavanagh, da revista Q.

“Rebuscado e preguiçoso. Por esse disco, o Oasis se mostra uma banda limitada. Eles soam cansativos”, ecoou David Stubbs, da Melody Maker.

Duas décadas depois, muitos daqueles que meteram o pau, hoje dão uma de FHC, clamando para esquecerem o quê escreveram!

Antes tarde do que nunca. Até porque, fora os números impressionantes, (What’s the Story) Morning Glory? é um ótimo disco. Envelheceu muito bem, como lembrou a Billboard (texto abaixo).

Pra mim, tem gosto de adolescência. Trilha de festinhas, churrascos, luaus… Aos 14, 15, me soou muito bem. Aos 34, o escriba trintão ainda se emociona com “Wonderwall”, se arrepia com o piano à “Imagine” que abre “Don’t Look Back in Anger”, mergulha na psicodelia de “Champagne Supernova” e está entre aqueles que cantam e acreditam em um brighter day.

Viva o britpop.

O álbum:

Fontes:

cultura.estadao.com.br

Wikipedia

rollingstone.com

independent.co.uk

billboard.com

– observer.com

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