Marco Antônio Boiadeiro, 50 anos

13 de junho de 1965

Marco Antônio Boiadeiro, 50 anos

Guarani, Vasco da Gama, Cruzeiro, Flamengo, Corinthians, Atlético…

Marco Antônio Ribeiro vestiu camisas pesadas do futebol brasileiro. Em 1993, quando vivia grande fase no Cruzeiro, foi levado por Carlos Alberto Parreira para a disputa da Copa América no Equador. Jogou 5 partidas com a amarelinha (nenhum gol) e acabaria marcado pelo pênalti perdido contra a Argentina, fato que causou a eliminação da seleção nas quartas de final do torneio. Os argentinos, aliás, seriam os campeões.

Uma pequena mancha na vitoriosa carreira do ótimo Marco Antônio Boiadeiro, ou simplesmente Boiadeiro, o simpático paulista de Américo de Campos, desses andarilhos da bola, cheio de histórias e causos deliciosos pra contar.

Por onde passou, colecionou títulos e amigos. O primeiro deles foi Raí, com quem jogou no Botafogo de Ribeirão Preto, de 1981 até 1985. Até hoje, é amigo do Bocudo, apelido que deu ao futuro craque do São Paulo, porque o meia vivia dando risada.

Depois do Botafogo, veio o Guarani, onde o meio-campo atuou de 1986 a 1988. No Bugre, Boiadeiro foi vice-campeão brasileiro (86) e paulista (88) e conheceu Tite. Chamava o futuro técnico de filósofo, por ele ler tantos livros. Profeta Boiadeiro!

O primeiro título da carreira foi em 1989, com a camisa do Vasco da Gama. Ao lado de Bebeto, Sorato e Cia., Boiadeiro liderou o cruzmaltino à conquista do Campeonato Brasileiro. Em pleno Morumbi, teve a revanche contra o São Paulo, para quem havia perdido a taça três anos antes.

De 1991 até 1993, viveu a melhor fase, atuando pelo Cruzeiro. Foram quatro taças na Raposa: Supercopa da Libertadores em 1991 e 1992, Campeonato Mineiro de 1992 e Copa do Brasil de 1993. No período, fez amizades com os “Gaúchos”, Renato e Roberto, a dupla de ataque infernal no título da Supercopa de 92, em cima do Racing.

Após passagem apagada pelo Flamengo, em 1994, o meia desembarcou no Corinthians. Vieram mais dois títulos, o Paulista e a Copa do Brasil de 1995, e novos amigos, como Neto e Branco, com quem Boiadeiro dividia o quarto na concentração.

A partir de 1996, já com mais de 30, rodou o Brasil e atuou em Rio Branco de Americana, Anápolis-GO, América Mineiro (levando o título do Brasileiro da série B), Atlético, União Barbarense-SP até encerrar a carreira no Sãocarlense, no interior de São Paulo, em 2000.

Treze anos depois, aos 47, Boiadeiro pegou as velhas chuteiras do armário e voltou à ativa para jogar pelo Tanabi, de São Paulo, junto com o também amigo e veterano Viola. Foi por pouco tempo, mas o suficiente para escrever mais uma história em sua biografia.

Em tempo: na Wikipédia diz que Boiadeiro chegou a treinar a seleção do Timor Leste, o que seria, disparado, o mais insólito e curioso causo de sua vida. Não consegui confirmar! Fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

A volta ao futebol e as histórias de Boiadeiro:

Fontes:

Wikipédia

terceirotempo.bol.uol.com.br

globoesporte.globo.com

df.superesportes.com.br

supervasco.com

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