Brasileiros chegam ao topo do Everest pela 1ª vez

Há 20 anos… dia 14 de maio de 1995.

Brasileiros chegam ao topo do Everest pela 1ª vez

Exatos 20 anos atrás, Waldemar Niclevicz e Mozart Catão entraram para a história do alpinismo brasileiro. Em 14 de maio de 1995, o paranaense de Foz do Iguaçu e o fluminense de Teresópolis chegaram ao topo do Everest, a montanha mais alta do planeta. Quinze dias depois, a dupla foi recebida pelo presidente Fernando Henrique Cardoso no Palácio do Planalto, em Brasília.

Hoje, Niclevicz é conhecido no País e no mundo. Contou a saga da escalada da montanha de 8.848 metros no livro Everest, o diário de uma vitória, fincou a bandeira brasileira de novo no topo do paredão do Himalaia, realizou e segue realizando aventuras por altitudes ao redor do globo.

Infelizmente, Catão não teve o mesmo destino do companheiro de façanha na Ásia. Em 1998, quando tentava escalar a face Sul do Aconcágua, nos Andes argentinos, foi pego por uma avalanche e morreu.

Curioso é que a relação entre os dois nunca foi próxima, tampouco íntima e, dizem, piorou após a conquista do Everest. Até por não ser uma empreitada conjunta – Niclevicz tinha seus apoiadores e patrocinadores, Catão tinha os dele -, não tinham amizade e é compreensível que houvesse uma certa competição.

“Nunca tive uma relação muito íntima com ele. Ele foi com os patrocinadores dele. Eu, com os meus patrocínios. Infelizmente não tivemos mais relação de amizade depois do Everest. Eu sou mais romântico, mais introspectivo, ele era mais competitivo, buscava uma performance arrojada. Estilos bastante diferentes. Ele era muito agressivo para mim. Eu sou mais conservador, mais contemplativo”, contou Niclevicz, em entrevista o UOL Esporte, em 2014 (link abaixo).

Com ou sem amizade, o fato é que eles escreveram seus nomes na história do Brasil. Aliás, a imagem de Niclevicz com a bandeira verde-amarela, que ilustra o post, foi registrada por Catão.

A segunda empreitada do paranaense no Everest, dessa vez pelo lado do Nepal, terminou em 2 de junho de 2005.

Mas essa história fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

Trecho do documentário Eu Maior com Waldemar Niclevicz:

Fontes:

Acervo Estadão

niclevicz.com.br

altamontanha.com

webventure.com.br

esporte.uol.com.br

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