“Monty Python – Em busca do Cálice Sagrado” tem première em LA

Há 40 anos… dia 14 de março de 1975.

“Monty Python – Em busca do Cálice Sagrado” tem première em LA

POR FELIPE FIGUEIREDO MELLO*

Grã-Bretanha: essa ilha localizada nas latitudes mais altas do hemisfério norte é uma pequena notável!

É um impressionante berço das melhores coisas de que podemos desfrutar na vida! De algumas delas, já falei aqui neste fabuloso espaço: da música e o meu triunvirato do rock (Beatles, Pink Floyd e Led Zeppelin), e do futebol!

Hoje é a vez do cinema.

Mais do que cinema, comédia!

Mais do que comédia: Monty Python!

O sexteto formado por Graham Chapman (já homenageado no efemérides), Terry Gilliam, Eric Idle, John Cleese, Terry Jones e Michael Palin é um dos grupos de comédia mais cultuados do mundo e segue divertindo e influenciando gerações de comediantes.

Quarenta anos atrás, depois de cinco anos de sucesso com o show de esquetes “Flying Circus” na BBC, Monty Python lançou seu primeiro filme: “Monty Python – Em busca do Cálice Sagrado” (“Monty Python and the Holy Grail”).

A trama se passa no período medieval, quando o Rei Arthur, atendendo a uma mensagem divina, decide ir atrás do Cálice Sagrado. A difícil missão do Rei ocorre de maneira tortuosa, com inúmeros obstáculos: há o incansável Cavaleiro Negro, o prolixo camponês anarquista, o insuportável francês cujos motivos de estar na Inglaterra não são da nossa conta, o cavaleiro de três cabeças e os inesquecíveis Cavaleiros Que-Dizem-Ni (Ni-Ni-Ni…).

Por conta desses obstáculos, o Rei reúne sua távola redonda com a ajuda de Sir Bedevere, o sábio; Sir Galahad, o puro; Sir Lancelot, o bravo; Sir Robin, o não-tão-bravo-quanto-Sir-Lancelot e até o Sir-Not-Apearing-In-This-Film.

Além de engraçado, o filme é educativo. Entre outras coisas, somos levados a considerar possível, ainda que pouco plausível, que côcos seja levados de zonas tropicais à Inglaterra por andorinhas migratórias europeias (as andorinhas africanas não migram). Outro ensinamento é de que bruxas queimam porque são feitas de madeira e madeira é um material que bóia. Se uma bruxa pesa o mesmo que um pato, que também bóia, então ela é mesmo uma bruxa (logicamente)!

Não há muito o que falar sobre o filme. Monty Python é pra se ver em estado de graça!

É preciso assistir e se deixar rir dos créditos iniciais aos créditos finais, literalmente!

* Felipe Figueiredo Mello é meu nome, minha saga é a busca do cálice sagrado e minha cor favorita é azul…não…verm…ahhhhhhhhhhhrg….

Abertura do filme:

+MAIS:

IMDb

Wikipedia

rollingstone.com

boston.com

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