Kathryn Bigelow se torna a 1ª diretora a ganhar o Oscar

Há 5 anos… dia 7 de março de 2010.

Kathryn Bigelow se torna a 1ª diretora a ganhar o Oscar

O efemérides antecipa a homenagem às mulheres falando sobre a primeira diretora a ganhar um Oscar.

Foi somente na 82ª edição que uma mulher pôde desfilar com altivez pelo tapete vermelho para pegar a estatueta na categoria de Melhor Diretor. Coube a Kathryn Bigelow fazer história. E por um filme bem, digamos, masculino!

Aliás, uma tônica de sua carreira. Certa vez, em entrevista ao britânico Guardian, elencou homens e militares como os temas principais de seus filmes. Foi exatamente com estes motes que ela ganhou o histórico Oscar.

“Guerra ao Terror” conta a história de soldados americanos no conflito no Iraque. O roteiro, também vencedor do Oscar, foi escrito pelo jornalista Mark Boal, que esteve no front como correspondente freelancer. Boal acompanhou um esquadrão de bomba do exército americano por duas semanas, em 2004. A experiência virou roteiro do longa-metragem.

Mas voltemos à grande vencedora daquela noite no Kodak Theatre, em Los Angeles. Nascida em San Carlos, na Califórnia, Kathryn Bigelow iniciou trajetória no cinema em 1982, quando estreou como diretora e roteirista em “The Loveless”, com Willem Dafoe.

Quase dez anos depois, chamou a atenção na direção de “Caçadores de Emoção”, com Keanu Reeves e Patrick Swayze. Dirigiu aclamados atores de Hollywood, como Ralph Fiennes, em “Estranhos Prazeres” (1995), Sean Penn, em “Tempestade no Mar” (2000), e a dupla Harrison Ford e Liam Neeson, em “K-19: The Widowmaker”, de 2002.

Para se tornar na primeira diretora a vencer a estatueta, Kathryn Bigelow superou quatro homens. Entre eles, o ex-marido James Cameron, indicado por “Avatar”. Os outros concorrentes “derrotados” foram Quentin Tarantino (“Bastardos Inglórios”), Jason Reitman (“Amos Sem Escalas”) e Lee Daniels (“Preciosa – Uma História de Esperança”).

“E o vencedor é… Bem, chegou a hora: Kathryn Bigelow!”, exclamou Barbra Streisand, ao anunciar o prêmio.

Extremamente emocionada, a diretora exclamou que a estatueta era “a conquista de uma vida”, agradeceu à Academia, lembrou de seus fortes concorrentes, a quem disse admirar há muito tempo, citou a coragem do roteiro de Mark Boal e mencionou os soldados americanos em conflitos pelo planeta.

“Eu gostaria de dedicar isto às mulheres e aos homens no serviço militar que arriscam suas vidas diariamente no Iraque, Afeganistão e ao redor do mundo. Que eles possam voltar para casa em segurança”, disse Bigelow.

Apesar do histórico marco, nenhuma outra diretora apareceu entre as indicações para o prêmio desde então.

A entrega da estatueta para Kathryn Bigelow: 

Fontes:

Wikipedia

Wikipédia

history.com

oscars.org

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