Madonna lança Like a Virgin, o segundo álbum

Há 30 anos… dia 12 de novembro de 1984.

Madonna lança Like a Virgin, o segundo álbum

Foi a confirmação de que o mundo da música ganhava, de fato, uma popstar. Uma futura diva.

O primeiro álbum abriu caminho.

A aparição no American Bandstand, de Dick Clark, deu visibilidade.

A performance na primeira edição do MTV Video Music Awards roubou a cena.

E Like a Virgin confirmou: Madonna chegava pra ficar.

Para assumir o trono de Rainha do Pop para sempre.

O segundo álbum transformou a menina de 26 anos em ícone pop internacional. Sucesso comercial, com 21 milhões de cópias vendidas ao redor do mundo, colocou Madonna no topo do Billboard 200. Nem as ressalvas de alguns críticos, que preferiram o primeiro trabalho, atrapalharam o absoluto estouro do disco.

Madonna ofereceu aos riquinhos e riquinhas americanos de shopping center um gostinho do subterrâneo da cultura dance de NY. E o quê as pessoas começaram realmente a falar foi sobre a própria cantora. Esta autoconfiante e corajosa garota de clube, de camisas curtas e pulseiras de borracha, gostava de ser um tema de conversa, e, com o seu segundo álbum, Like a Virgin, se esforçou para manter seu nome na boca de todos”, escreveu Kenneth Partridge, em uma resenha-celebração dos 30 anos do álbum, publicada hoje no site da Billboard.

Partridge lembra que nem mesmo a recusa da Warner em dar completa autonomia e liberdade artística à Madonna na produção foi obstáculo para o sucesso de Like a Virgin.

Com a palavra, a própria, na biografia Madonna: An Intimate Biography, de J. Randy Taraborrelli:

“A Warner Bros. Records é uma hierarquia de homens de idade e um ambiente de trabalho machista, porque eu sou tratada como uma menina sexy. Eu tinha de provar que estavam errados, o que significava me afirmar não somente aos meus fãs, mas para minha gravadora também. Isso é algo que acontece quando você é uma garota. Isso não aconteceria com Prince ou Michael Jackson. Eu tinha de fazer tudo sozinha e foi difícil tentar convencer as pessoas de que eu tinha valor artístico. Depois disso, eu tive o mesmo problema tentando convencer a gravadora de que eu tinha mais a oferecer do que apenas um sucesso. Eu tive que vencer essa luta”.

A produção acabou nas mãos de Nile Rodgers, ex-Chic, banda de sucesso dos anos 1970, que tinha liderado o mais recente sucesso de David Bowie, o disco Let’s Dance (1983), e que retornou com tudo ao showbiz com o Daft Punk! Foi um casamento (quase) perfeito. Com brigas e discussões, sim, mas qual parceria não tem?

Os destaques óbvios são a faixa-título, o primeiro single #1 de Madonna, “Material Girl”, que abre o álbum, e ainda “Into the Groove”, música que entrou no relançamento de 1985. 

True Blue, de 1986, daria sequência à trajetória de sucesso mundial de Madonna.

Mas essa história fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

Ouça Like a Virgin:

Fontes e +MAIS:

Wikipedia

billboard.com

allmusic.com

rollingstone.com

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