Madureira, 100 anos

8 de agosto de 1914

Madureira, 100 anos

Tricolor Suburbano.

Madura.

Fidalgo.

Com muita história pra contar, o querido Madureira Esporte Clube completa um século neste 8 de agosto. Cem anos de simpatia, carisma, algumas poucas conquistas e uma marca curiosa: é o clube brasileiro com recorde de permanência em viagem ao exterior.

Em 1961, o time passou 144 dias excursionando por Ásia, Europa e Estados Unidos. Foi o primeiro do Brasil a jogar no Japão, por exemplo. Em 36 jogos, 23 vitórias, 3 empates e 10 derrotas.

Dois anos depois, outra jornada histórica, passando por Colômbia, México, Costa Rica, El Salvador e Cuba. Sim, a Cuba de Fidel Castro. Na Ilha, foram 5 partidas contra times e combinados locais. Cinco triunfos, um deles presenciado pelo então ministro da Indústria Che Guevara!

O encontro com o líder revolucionário até rendeu homenagem, 50 anos depois. Em 2013, por ideia do vice-presidente de marketing, Carlos Gandola, o Madureira lançou camisa com o rosto de Che. E mais: a de goleiro também conta com a bandeira de Cuba. Ambas foram sucesso absoluto e viraram cult entre colecionadores. Aliás, existe a chance de o Fidalgo retornar à Cuba – leia nos links abaixo!

É a mostra do carisma total de um clube que revelou grandes jogadores para o futebol brasileiro, como Evaristo de Macedo, Jair Rosa Pinto, Marcelinho Carioca, entre outros. Clube que teve craques vestindo a camisa grená, azul e amarela, como Didi, gênio do meio-campo.

Fundado por comerciantes da região, o Fidalgo Madureira Atlético Clube virou Esporte Clube em 12 de outubro 1971, quando se fundiu com o Madureira Tênis Clube e o Imperial Basquete Clube. Desde então, se tornou MEC, o que não apaga a data oficial de fundação, exatos cem anos atrás.

Em campo, as conquistas foram raras. A Taça Rio de 2006, ano em que foi vice-campeão carioca, é o mais expressivo troféu do Madura. Fora do Rio de Janeiro, o clube é um novato. Disputou um Brasileirão pela primeira vez somente em 2010. Logo na estreia, o vice-campeonato da série D garantiu vaga na série C. Desde então, o Tricolor busca subir para a série B e, quem sabe um dia, chegar à elite do futebol nacional.

Para celebrar os 100 anos, os historiadores Carlos Henrique Silva e Ronaldo Luiz Martins esperam publicar o livro “Madureira Esporte Clube, Centenário de um Fidalgo” ainda em 2014.

O simpático Fidalgo merece.

Hino do Madureira, composição de Lamartine Babo (claro!):

Fontes:

Wikipédia

odia.ig.com.br

oglobo.globo.com

futrio.net

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2 comentários sobre “Madureira, 100 anos

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