Traffic lança o primeiro disco no Reino Unido

Há 50 anos… dia 8 de dezembro de 1967.

(Certamente, este post ficaria genial nas mãos do amigo Berg, extremo connoisseur da banda!)

Mas vamos lá!

Cinco décadas atrás, os britânicos de Birmingham lançaram o debute.

Pela leitura da literatura acerca de Mr. Fantasy, duas unanimidades.

Primeiro, é um grande disco. “Um álbum que, embora precise de uma unidade que o tempo providenciará, é um dos melhores de qualquer banda contemporânea”, saudou a Rolling Stone, exaltando, em especial, os vocais de Steve Winwood.

Segundo, é um ponto fora da curva da discografia Traffic, um grupo que se notabilizaria pelo rock mais jazzístico, flertando com o soul. (Espero não estar cometendo pecados analíticos, caro Berg!).

Bom, pra não correr riscos, deixa o Ryan Reed mandar ver no seu texto do ultimateclassicrock.com:

“Mesmo sem os sucessos, ‘Mr. Fantasy ‘é uma coleção reveladora, mostrando uma banda em transição. Parte do material é um pouco datado (‘Utterly Simple’, de Mason, tem evidente influência pelos recentes experimentos de George Harrison com a cítara, e traz um som meio Moody Blues) e, ocasionalmente, e está intrinsicamente ligado ao seu tempo (os vocais estereofônicos e as explosões de reverberação em ‘Heaven Is In Your Mind’), mas cada centímetro dessas músicas são habilmente arranjadas, explodindo com criatividade crua e poder instrumental: ‘No Face, No Name, No Number’ é uma joia psiquiátrica, atada com a flauta assombrosa de Chris Wood e as exóticas linhas de tamboura de Dave Mason, mas conduzida ao êxtase pela alma de Winwood. ‘Colored Rain’ mistura o saxofone de Chris e a percussão de Jim Capaldi em uma pérola inicial de blues-rock, superada apenas pela faixa ‘semi-título’ ‘Dear Mr. Fantasy’, uma obra-prima expansiva construída no vocal dolorido de Winwood (sem mencionar suas habilidades fascinantes na guitarra e no órgão).”

Quase um ano depois, o Traffic lançaria disco homônimo, que tem a sensacional “Feelin’ Alright?” entre as 10 faixas do track list.

Mas essa história fica pra outro dia – e pra outro autor!… Porque todo dia é histórico.

O álbum:

Fontes e +MAIS:

– Wikipedia

– allmusic.com

– web.archive.org

– ultimateclassicrock.com

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