Andy Murray conquista o ouro olímpico em Londres

Há 5 anos… dia 5 de agosto de 2012.

“O roteiro foi perfeito. Medalha de ouro conquistada na quadra de Wimbledon, com apoio da torcida, 3 sets a 0, e em cima do número um do mundo”.

Na abertura da reportagem da Folha, assinada pelo colega veterano de PUC-SP Leandro Colon, o resumo preciso da conquista de Andy Murray.

Cinco anos atrás, o britânico de Glasgow, Escócia, triturou o mito Roger Federer na relva de Wimbledon e colocou o ouro olímpico no peito.

Um triunfo que não vinha para a Terra da Rainha desde Londres-1908, quando Josiah Ritchie subiu no lugar mais alto do pódio, também no All England Club.

Uma glória que limpou a energia negativa da estrada de Murray. Depois da medalha em casa, ele conseguiria, enfim, não só atingir o sonho de vencer um Grand Slam, mas de se consolidar entre os melhores. Inclusive, atualmente o escocês é o número 1 do mundo!

Voltando para aquela gloriosa tarde de sol da capital inglesa, Murray foi avassalador. Fez 6-2, 6-1 e 6-4 em um cansado e irreconhecível Federer, que tinha as pernas pesadas pelo estafante duelo semifinal contra Del Potro (4h26min), dois dias antes.

A vitória e a medalha de ouro significaram uma revanche de Murray sobre o suíço, um mês depois da derrota ali mesmo, na decisão de Wimbledon.

“Foi a maior vitória da minha vida e o melhor jogo que já disputei”, sintetizou Murray, sorriso fixo no rosto, alegria que transbordava até as arquibancadas.

A torcida, aliás, deu um show à parte, rompendo tradições e transformando o pudica e aristocrático All England Club em um velho Wembley.

“Nas duas horas de partida, a quadra central de Wimbledon mais parecia um estádio de futebol em decisão de Copa do Mundo. Todos os protocolos foram quebrados. Nas arquibancadas, ‘ola’ dos torcedores, mar de bandeiras, fantasias, gritos de guerra, cantoria. Os árbitros desistiram de pedir silêncio”, contou Jamil Chade, no Estadão.

Murray ainda teve pique para jogar a finalíssima de duplas mistas no mesmo dia. No entanto, ele e Laura Robson acabaram superados por Victoria Azarenka e Max Mirnyi, da Bielorrúsia.

Quatro anos depois, o escocês repetiria a dose dourada no Rio de Janeiro, dessa vez batendo o argentino Juan Martín del Potro.

Mas essa história fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

Melhores momentos:

O jogo, na íntegra:

Fontes e +MAIS:

– Wikipedia

– Acervo Folha

– Acervo Estadão

– bbc.com

– telegraph.co.uk

– nytimes.com

– espn.com

– bleacherreport.com

– dailymail.co.uk

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