Queen lança “Bohemian Rhapsody”

Há 40 anos… dia 31 de outubro de 1975.

Queen lança “Bohemian Rhapsody”

Daquelas músicas que te assombram na primeira audição. Completamente tomado por uma perplexidade meio mágica, você ouve mais uma, duas, três, dez, cem, mil vezes (!), até processar um pouquinho de tudo o quê há naquele coral, naqueles solos de guitarra, naquelas harmonias de piano…

O gongo chinês tenta te trazer de volta à realidade, mas você quer mais… e começa tudo de novo!

O que é isso? É ópera? É progressivo? É música clássica?

“Bohemian Rhapsody” é tudo isso e mais um pouco. É, afinal, uma das maiores obras-primas do rock e da música pop.

Na época do lançamento do single, quatro décadas atrás, houve quem não se assombrasse. Tampouco processasse alguma coisa do que existe dentro dos 5min55s da canção do Queen. No calor do julgamento raso e apressado, a chamada “crítica especializada” pouco entendeu… Ou não entendeu nada!

“Uma faixa de seis minutos que combina com as operetas de Gilbert e Sullivan”, escreveu a Time, em referência a W. S. Gilbert e Arthur Sullivan, dupla de compositores de óperas cômicas da Era Vitoriana.

“Um pastiche superficialmente impressionante de estilos de ópera”, disse Allan Jones, famoso editor da Melody Maker, outra que malhou o single da banda britânica. E teve também o New York Times, a Rolling Stone… 

Ainda bem que existem lúcidos nesse planeta! Como Brian Wilson, o gênio dos Beach Boys: “É a coisa mais competitiva que aparece em séculos. É a realização e uma resposta a um pedido dos jovens pela música artística”, disse, em 1976. Salve, Brian!

Hoje, na celebração do 40º aniversário, todos louvam “Bohemian Rhapsody” como uma das mais inventivas composições pop do século passado. Fácil, né? Mas, como diria o poeta, antes tarde do que nunca!

Impossível não louvar um monumento sonoro construído como uma Catedral de St. Paul’s! Letra, melodia, arranjos, tudo (olha o doc aí embaixo!).

A voz de Freddie Mercury (dá uma olhada nos vocais isolados!), os solos de May (o segundo, uma criação de Mercury!), o piano do líder do Queen (que subestimava seu enorme talento como instrumentista), a bateria alternada e sincopada de Taylor, e, enfim, o coral. Teve tanto overdub que a fita de gravação ficou transparente, como lembra Brian May!

“Bohemian Rhapsody” é eterna.

Peraí que eu vou voltar meu iPod aqui pra ouvir mais uma, duas, três, milhões de vezes!

God Save the Queen.

“Bohemian Rhapsody”:

Documentário sobre a música:

Só vocais:

Fontes e +MAIS:

Wikipedia

Wikipédia

queenonline.com

– mashable.com

– ultimateclassicrock.com

– bbc.com

– rollingstone.com

– time.com

– rollingstone.uol.com.br

– manualdohomemmoderno.com.br

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