Brasil goleia a Argentina e leva a Copa das Confederações

Há 10 anos… dia 29 de junho de 2005.

Brasil goleia a Argentina e leva a Copa das Confederações

“Goleada e samba em Frankfurt”, dizia uma das manchetes de capa do Estadão, abaixo de uma foto com o capitão Ronaldinho Gaúcho levantando a taça e puxando a festa. No caderno de Esportes, mais exaltação: “Baile com samba na Alemanha”.

“Brasil bate Argentina por 4 a 1 e leva Copa das Confederações” era a chamada na Folha, mais comedida. A euforia ficou com a seção de Esporte, que estampava: “Quarteto acerta o passo, repica a Argentina e samba no pódio”.

Um dia após a conquista da Copa das Confederações de 2005, esse era o clima no País. Euforia unânime, coletiva, ampla, geral e irrestrita.

Até o sempre sóbrio, contido e ponderado Tostão se rendeu à exibição brasileira na final diante dos hermanos. “Parabéns à seleção e ao novo Parreira, que se permitiu ver o futebol de outra forma”, finalizava a análise da goleada o colunista da Folha.

A exibição de gala do time de Ronaldinho Gaúcho, Kaká, Adriano e Robinho, o quarteto que colocou a Argentina na roda, encheu o Brasil todo de esperança.

Apagou a campanha irregular no torneio, com direito a derrota para o México e empate com o Japão, nos redimiu do olé argentino em Buenos Aires, 21 dias antes, 3 a 1, pelas eliminatórias, e nos alçou a principal favorito para a Copa do Mundo do ano seguinte.

De fato, os 4 a 1 foram um show verde-amarelo, como há muito não se via. Adriano Imperador abriu o placar logo aos 10 minutos, com uma bomba de canhota que quase furou a rede de Lux. Kaká ampliou, seis minutos depois, com chapa de categoria, no ângulo do porteiro argentino. Os hermanos estavam vendidos.

A pá de cal veio logo no primeiro minuto do segundo tempo, quando Ronaldinho Gaúcho desviou cruzamento do endiabrado Cicinho para fazer o terceiro. Pra completar o samba na Alemanha, um gol mágico, com a essência do toque de bola tupiniquim, terminando com a cabeçada fulminante do Imperador, artilheiro (5 tentos) e melhor jogador do torneio.

Aimar fez o de honra e a seleção poderia ter ampliado. Verdade que os hermanos sentiram a ausência de Mascherano, Killy González, Crespo e Saviola, mas a seleção brasileira estava sem Ronaldo Fenômeno, Cafu e Roberto Carlos!

É, o hexacampeonato era questão de tempo. Voltaríamos ao país da cerveja e do chucrute para pegar o sexto caneco.

#sqn!

Em tempo: vale relembrar a genial capa do diário Olé no dia 30!

Brasil 4 x 1 Argentina:

A campanha da seleção na Copa das Confederações de 2005:

Fontes:

Wikipédia

Acervo Estadão

Acervo Folha

– esporte.uol.com.br

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