Independiente é heptacampeão da Libertadores

Há 30 anos… dia 27 de julho de 1984.

27jul14

Trinta anos atrás, a última. A derradeira glória do “Rey de Copas”.

Há exatos 30 anos, o Club Atlético Independiente colocava a sétima Libertadores em sua sala de troféus. Recorde insuperável até hoje.

Para ser o maior de todos na América, o “Rojo” bateu nada menos que o então campeão Grêmio na grande final.

No dia 24 de julho, el partido perfecto. Quase 80 mil torcedores presenciaram uma aula de futebol no Olímpico. Os comandados do lendário José Omar Pastoriza – “El Pato” – se impuseram com muita contundência diante de um fortíssimo Grêmio, de Renato, Tarciso e De León. Atual campeão do mundo, diga-se de passagem.

O domínio do Independiente foi tal que o Zero Hora deu nota 10 para todo o escrete argentino. Atuação de gala coroada com gol de Burruchaga aos 24 minutos do primeiro tempo.

Bochini, o carequinha cracaço de bola, um dos ídolos de Diego Maradona, assim descreveu o passe com açúcar e afeto para o que se tornaria o gol do título:

“Contra o Grêmio, em Porto Alegre, eu tinha a bola nos meus pés, mas tive de esperar, porque eles marcavam muito bem e não havia quase nenhum espaço. Tive de segurar a bola contra um marcador, sabendo que eu tinha de esperar por Burruchaga, que já tinha começado a correr para quebrar as linhas. Estávamos perto da área, por isso não houve muito espaço e teria de ser um passe perfeito. Esperei, e então eu lhe dei o passe e ele marcou”, contou ao The Guardian inglês.

Burruchaga e Bochini eram somente dois dos craques da meiúca daquele timaço, que tinha ainda Giusti e Marangoni. Goyén fechava tudo na meta e contava com Clausen, Villaverde, Trossero e Enrique na defesa. No ataque, a dupla BB, Bufarini e Barberón. Pastoso era o 12º jogador e contribuiu na campanha vitoriosa, encerrada em 27 de julho, com um 0 a 0 no estádio Libertadores da América, em Avellaneda.

A trajetória do “Diablo Rojo” na Libertadores-84 teve apenas um revés, ainda na primeira fase (0 a 1 contra o Olímpia, no Paraguai). Em 12 jogos, 7 vitórias e quatro empates. O 4 a 1 no rival Estudiantes, na fase de grupos, e o jogo de Porto Alegre foram os mais marcantes.

Recuerdos de um título histórico e um timaço inesquecível.

É o que resta ao torcedor rojo.

O título argentino, em 2002, e o da Copa Sul-Americana, em 2010, fazem do Independiente uma sombra do que foi.

Nostálgica, a hincha sonha com dias melhores, depois do retorno à elite do futebol argentino.

Lances e o gol de Burruchaga no primeiro jogo:

Fontes:

Wikipédia

clubaindependiente.com

gremio1983.blogspot.com.br

colunasports.blogspot.com.br

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