Os parceirinhos

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Tom Jobim, Carlinhos Lyra, Baden Powell e Toquinho foram os quatro grandes parceiros de Vinicius de Moraes na música.

Mas a alma generosa e libertária do poeta abriu os braços para muitas outras confraternizações.

Vinicius teve diversos parceirinhos.

Reza a lenda que, no final da vida, abria a porta de casa para qualquer estudante de música, em troca de companhia. Nascia uma nova parceria!

Entre muitos nomes da música brasileira, podemos destacar alguns que assinaram canções com ele.

Com o mestre Pixinguinha, nasceu “Lamento”.

Os parceirinhos

“Desalento” e “Valsinha” são as mais conhecidas da dupla com Chico Buarque.

Com os jovens Francis Hime e Edu Lobo, os destaques são “Sem mais adeus” e “Arrastão”.

Vinicius teve parceiros curiosos, como Adoniran Barbosa. A pedido de Aracy de Almeida, o sambista musicou o poema “Bom dia, tristeza”. Vinicius e Adoniran, uma conexão Rio-SP inesperada e genial.

Junto com Ary Barroso, o poeta compôs “Mulata no sapateado”.

Tem ainda “Onde anda você”, com Hermano Silva, “Quando tu passas por mim”, com Antônio Maria, e “Sempre a esperar”, com Vadico, o eterno parceiro de Noel Rosa.

Parceiros e parceirinhos à parte, Vinicius tem memoráveis composições sozinho. Foi um grande companheiro de si mesmo. “Pela luz dos olhos teus”, artifício para a conquista de Cristina Gurjão, sua sexta mulher, é o maior exemplo.

Fico com a bonita “Tomara”, com versos bem à Vinicius: 

Fontes:

– Vinicius de Moraes – Livro de Letras, de José Castello

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