Há 15 anos… dia 2 de março de 2002.
Impossível definir o que fez Dennis Bergkamp há 15 anos, no estádio St. James Park.
“Um gol que combinou o cálculo de um cientista com a graça de uma bailarina”, escreveu Adam Shergold, hoje, no site do Daily Mail (link abaixo).
Pobre Nikos Dabizas! Deve estar procurando o holandês até hoje…
“Patrick Vieira desarmou seu compatriota à beira da própria grande área e levou a bola para Bergkamp, que fez um rápido 1-2 com Robert Pires e executou um drible com um primeiro toque sublime. Bergkamp controlou a bola no ato de virar, enganando completamente Nikos Dabizas e Shay Given no processo, e só teve que esperar para ela cair de volta ao chão para tocar de chapa”, relatou o Guardian, à época.
Bem, nem a descrição do próprio Bergkamp põe fim à incapacidade humana de detalhar a mágica do gol.
“Queria o passe de Pires em meus pés, mas ele veio atrás de mim. Não era o que esperava, então pensei: preciso de outra ideia aqui. Eu sei que o zagueiro está entrando e o ritmo da bola pode me ajudar. Dez metros antes dela chegar, tomei a decisão: vou dar a volta nele”, escreveu The Iceman, em sua autobiografia, Stillness and Speed.
Gary Lineker disse, incrédulo: “Esse não foi somente um golaço, foi genial”.
Genial, a exemplo das obras de arte que o holandês pintou em onze anos de Arsenal e mais de 20 com a camisa laranja da seleção de seu país.
Ano que vem serão 20 anos de outro lance de feitiçaria assinado por Bergkamp: aquele golaço nas quartas-de-final da Copa do Mundo de 1998, contra a Argentina. Pobre Ayala…
Mas essa mágica fica pra outro dia… Porque todo dia – e todo gol! – é histórico.
O gol, de vários ângulos:
Fontes e +MAIS:
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Demais, né? Golaço!
Fefe Este foi demais Não lembrava Tuca
Enviado do meu iPhone
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