O último jogo de Oscar Schmidt pela seleção brasileira de basquete

Há 20 anos… dia 2 de agosto de 1996.

O último jogo de Oscar Schmidt pela seleção brasileira de basquete

“Vai ficar um vazio muito grande no meu coração. Não sei se eu vou conseguir encher esse vazio de novo… porque… foi o time que eu mais tive emoção de jogar na minha vida… então, não tem nada que vai… fazer com que… eu tenha as mesmas emoções que eu tive na seleção brasileira.”

No fim da estrada, as mesmas lágrimas de sempre.

A mesma emoção de um enorme coração. Tão grande quanto seus 2,05 metros.

Lágrimas que ele derramou no Pan de 1987, quando liderou a seleção na incrível conquista diante dos poderosos anfitriões americanos, em Indianápolis. O momento maior com a camisa verde e amarela.

Emoção que ele imprimiu em cada cesta, em cada assistência, em cada lance. Em cada um dos 7.693 pontos que anotou em 326 jogos pela seleção brasileira – uma média de 23,5 pontos por partida.

Oscar Daniel Bezerra Schmidt. Possivelmente, o maior jogador de basquete do Brasil.

Duas décadas atrás, com lágrimas e muita emoção, o Mão Santa disse adeus à seleção brasileira de basquete. O time em que teve mais emoção de jogar na vida, em suas próprias palavras.

O time pelo qual disputou 5 Olimpíadas (Moscou, Los Angeles, Seul, Barcelona e Atlanta) e marcou 1.093 pontos, recorde absoluto na história olímpica.

Pouco importava a derrota para a Grécia (91 x 72), na disputa de quinto lugar dos Jogos de 1996.

Pouco importava que ele não tinha sido o cestinha do jogo – com 21, ficou atrás de Fernando Minucci (23) e do grego Sigalas (35).

Ao término de seu último jogo pela seleção brasileira, reverência, lágrimas e emoção.

Reverência do elenco brasileiro, que o cercou no meio da quadra do ginásio Georgia Dome e venerou o maior de todos. Modesto, Oscar tentou se desvencilhar da homenagem, abraçando um por um.

Lágrimas e emoção que estiveram presentes em cada entrevista. Generoso, o Mão Santa agradeceu a cada companheiro, a cada treinador, a cada torcedor e até a cada crítico que, segundo ele, o tornou um jogador melhor.

Sem esquecer da família, claro. E sem deixar de destacar Ary Vidal, seu comandante no primeiro e no último jogo pela seleção brasileira de basquete.

Em 2003, Oscar deixaria as quadras. Dez anos depois, entraria para o Hall da Fama do Basquete.

Mas essa(s) história(s) fica(m) pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

Reportagem da Globo:

Reportagem da Band:

Reportagem da Manchete:

Fontes e +MAIS:

Acervo Estadão

Acervo Folha

– folha.uol.com.br

– basketball-reference.com

fiba.com

– balanacesta.blogosfera.uol.com.br

– espn.uol.com.br

– sportv.globo.com

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