Expressinho do São Paulo conquista a Copa Conmebol

Há 20 anos… dia 21 de dezembro de 1994.

21dez14

1994. No HD de um são-paulino, surgem palavras como “trauma”, “derrota” ou expressões como “fim de uma era”, “início das vacas magras”, “tempos bicudos” (!).

O ano em que o tri da América esteve ao alcance das mãos. E que ficou nas mãos de Chilavert!

A memória mergulhada em traumas e derrotas, no entanto, também pinça algo bonito daquele 1994: o Expressinho. Campeão da Copa Conmebol. O primeiro título de Muricy Ramalho no tricolor paulista. O primeiro título de Rogério Ceni como titular.

Vista como obstáculo no calendário do segundo semestre, de Campeonato Brasileiro, a Conmebol foi relegada pela comissão técnica e diretoria.

Ficou decidido que Muricy, auxiliar de Telê, montaria um time com jovens promessas (Denílson, Caio, Pavão), jogadores que já faziam parte do profissional, casos de Rogério e Juninho, além de veteranos, como Vítor e Ronaldo Luís, eternamente nos corações são-paulinos por salvar gols em cima da linha, o mais importante diante do Barcelona, na final do Mundial de 1992.

A mescla deu samba. E taça! Enquanto o time de Telê tropeçava no Brasileirão – cairia nas quartas de final para o Guarani de Amoroso e Luizão e depois veria os rivais Corinthians e Palmeiras na decisão, com título alviverde –, o Expressinho de Muricy surpreendia e avançava na Conmebol.

Na primeira fase, já oitavas de final, o time encarou o Grêmio de Luiz Felipe Scolari. Um 0 a 0 no Olímpico deixava o confronto aberto para o Morumbi. Novo empate sem gols e pênaltis. Vaguinho, Ronaldo Luís, Caio, Bordon, Juninho e Rogério Ceni deram a vitória por 6 a 5 ao São Paulo.

Nas quartas de final, os peruanos do Sporting Crystal não foram páreo. O time saiu atrás no Morumbi, gol de Palacios, mas conseguiu a virada e boa vantagem para o duelo no Peru: 3 a 1, com Juninho, Caio e Denílson. A nota da noite fica por conta da rodada dupla de Juninho: primeiro, o Sporting Crystal pela Conmebol, depois, o Grêmio, pelo Brasileirão. Só em Latinoamérica mesmo!

As semifinais colocavam o jovem time diante de um rival histórico: nada mais nada menos que o Corinthians. Seria o caso de colocar os titulares agora? Decidiu-se por seguir com Muricy e o Expressinho, já que Telê estava preocupado com o Guarani e o Brasileiro.

Foram duas partidas elétricas no Pacaembu e no Morumbi. No Paulo Machado de Carvalho, 6.737 pagantes testemunharam partida com 7 gols, quatro no primeiro tempo e três no segundo. Juninho foi o homem da noite, com três gols, colocando o São Paulo em vantagem: 4 a 3.

O segundo duelo não foi diferente: 5 gols no tempo normal, 3 a 2 para o Corinthians, o que levava a decisão para os pênaltis (6 a 6 no agregado). Com falhas em dois gols corintianos, Rogério se redimiu nos pênaltis. Pegou o primeiro, de Gralak, e o último, de Leandro Silva. Ronaldo Luís, Bordon, o próprio Rogério, Catê e Nélson deram a vitória (5 a 4) e a classificação para a final.

Final contra uma camisa muito pesada na América, o Peñarol, do Uruguai. Em 14 de dezembro, apenas 4.995 torcedores assistiram ao show do Expressinho no primeiro jogo, no Morumbi. Aguilera, o “Pato” Aguilera, deu susto e abriu o placar, aos 4 minutos. No final do primeiro tempo, Caio conseguiu empatar e as equipes foram para o vestiário com a igualdade.

O segundo tempo foi mágico. Uma goleada inesperada, um desfile de dribles, irreverência e alegria dos meninos de Muricy. Três gols de Catê, outro de Caio e mais um de Toninho decretaram os 6 a 1. Uma vantagem e tanto para o caldeirão do Centenário, em Montevidéu.

Rogério Ceni, Pavão, Nélson, Bordon e Ronaldo Luís; Mona, Vítor, Pereira e Juninho; Denílson e Caio. Esses foram os 11 titulares na grande decisão. Eles seguraram a pressão na primeira etapa, mas acabaram levando três gols no segundo tempo.

Um 3 a 0 insuficiente para o Peñarol. Resultado que deu a taça ao Expressinho de Muricy.

Muricy que voltaria a ganhar títulos pelo time de coração em 2006. E em 2007… e 2008!

Mas essa(s) história(s) fica(m) pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

Os dois jogos da final da Conmebol de 1994:

Fontes:

- rsssf.com

- Wikipédia

- baudosaopaulo.blogspot.com.br

“O Poderoso Chefão: Parte II” estreia nos EUA

Há 40 anos… dia 20 de dezembro de 1974.

“O Poderoso Chefão: Parte II” estreia nos EUA

O melhor de uma das melhores trilogias da história da sétima arte.

Faço coro aos muitos que elegem Chefão II como o melhor da verdadeira obra-prima de Francis Ford Coppola.

Motivos não faltam, mas fiquemos com apenas quatro:

- O início

A história de como Vito Andolini, de Corleone, na Sicília, foi parar em Nova York, é rica de dramaticidade e emoção. Coppola soube encaixar a trama com maestria e fazer as transições com sutileza. Estamos com o menino Vito em 1901, em Ellis Island, e, em seguida, com o seu neto, Anthony, em 1958, em Nevada. Mestre Coppola.

- Robert De Niro

Sai Marlon Brando, entra Robert De Niro. Um talento por outro. O velho Vito fica no primeiro filme. Na sequência, temos o jovem Vito buscando sobreviver e vencer na América do início do século 20. De Niro passou quatro meses na Sicília para aprender o dialeto e o gestual da região. O resultado é uma atuação espetacular, que lhe rendeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante de 1975. O único caso de duas estatuetas para o mesmo personagem, já que Brando levou a de Melhor Ator pela primeira parte, em 1973 (aliás, recusada pelo ator, em protesto).

- Al Pacino

Difícil dizer, mas muitos apontam como a maior atuação da vida de Al Pacino. Ele agora é o Don Michael Corleone. O filho que Vito não queria envolver nos negócios da famiglia, mas que o destino escolheu para dar sequência à saga dos Corleone. Um homem frio, racional e, ao mesmo tempo, perturbado e carregado pelo peso do mundo às costas. Um Al Pacino brilhando como sempre.

- Cuba

Chefão também é História! Em meio à ficção instigante, temos a realidade revisitada. Michael vai até Cuba ver como estão os negócios da família tocados por Fredo. Na ilha, se depara com um cenário político instável, com rebeldes prestes a tirar o ditador Fulgêncio Batista do poder. É a Revolução Cubana liderada por Fidel Castro. A noite de ano novo de 1959 intercala a decepção de Michael com o irmão (“You broke my heart, Fredo. You broke my heart!”) e cenas de festa nas ruas de Havana. Um prato cheio para os amantes de História.

“O Poderoso Chefão: Parte II” teve 9 indicações para o Oscar de 1975 e faturou seis estatuetas: Melhor Filme (a primeira sequência a vencer o prêmio), Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Roteiro Adaptado (Coppola e Mario Puzo), Melhor Direção de Arte (Dean Tavoularis, Angelo P. Graham e George R. Nelson) e Melhor Trilha Sonora (Nino Rota e Carmine Coppola).

A Academia foi duramente criticada por não premiar Al Pacino. A estatueta de Melhor Ator naquele ano foi para Art Carney, pela atuação em “Harry, O Amigo de Tonto” (Harry & Tonto).

A terceira e última parte de Chefão seria lançada somente 16 anos depois, em 1990. Muitos dizem que não faz frente aos dois primeiros. Não estou entre eles…

Mas essa história fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

Trailer de “O Poderoso Chefão: Parte II”:

Fontes:

- IMDb

- Wikipédia

- Wikipedia

- rogerebert.com

Santos conquista o Campeonato Brasileiro

Há 10 anos… dia 19 de dezembro de 2004.

Santos conquista o Campeonato Brasileiro

Dez anos atrás, o Santos era octacampeão brasileiro. E agora?

POR RENAN PRATES*

Hoje faz dez anos que o Santos conquistou o octacampeonato brasileiro após vencer o Vasco em um jogo disputado em São José do Rio Preto. Estava mais uma vez no topo do futebol nacional. Mas… e agora? O que restou?

Aquele time do Santos não era a sétima maravilha do mundo, mas era muito bem treinado por Vanderlei Luxemburgo e, do meio pra frente, tinha nomes que estavam em grande fase, como o meia Ricardinho, o versátil Elano, além dos atacantes Deivid e, claro, Robinho.

Luxemburgo ainda era um técnico top de linha, somente preocupado em dirigir o time dentro de campo. Pegou uma base bem montada pelo seu desafeto Emerson Leão, trouxe alguns jogadores de confiança e fez o time decolar.

Robinho passou um campeonato um tanto quanto difícil, se é que podemos explicar desta forma. Afinal de contas, é impossível ter cabeça para entrar em campo quando a sua mãe está sequestrada, não?

E quis o destino que a mãe de Robinho fosse libertada perto do último jogo do Santos. A “final” contra o Vasco. O craque santista não marcou gol na partida, mas pôde comemorar de perto um título histórico e que coroou uma geração de ouro, nascida em em 2002. Foi uma versão reinventada dos Meninos da Vila de dois anos antes.

Para mim, o jogo do título foi o 3 a 0 contra o São Caetano, no Anacleto Campanella. No torneio de pontos corridos, qualquer bobeira pode ser fatal. E foi o que aconteceu com o Atlético-PR, que perdeu para o Vasco por 1 a 0 e foi ultrapassado pelo Santos. A partir daí, aquela sensação de “só por um milagre” mudou para “seremos campeões”.

O problema para o santista é ficar feliz com a lembrança de um time glorioso que está no passado. E saber que, com o futuro que se avizinha, esta realidade não será repetida tão cedo.

* Renan Prates é editor de comunidades do Torcedores.com.Trabalhou na cobertura dos quatro grandes clubes paulistas e em jogos da seleção brasileira. Vai poder contar aos filhos e netos que torce para um time octacampeão brasileiro… Escreve também no Blog do Renan Prates.

Toda a campanha do Santos campeão:

Fontes:

- Acervo Estadão

- Wikipédia

- futpedia.globo.com

- folha.uol.com.br

Desenho da Pantera Cor-de-Rosa estreia nos EUA

Há 50 anos… dia 18 de dezembro de 1964.

Desenho da Pantera Cor-de-Rosa estreia nos EUA

“Se lembra de mim? Eu fui nome de filme… Agora, eu sou uma estrela de cinema!”

É isso mesmo.

Ela nasceu no filme com seu nome, sucesso de 1963, dirigido por Blake Edwards, estrelado pelo ótimo Peter Sellers e que ganhou sequências e, futuramente, remakes.

Surgia do fundo de um diamante cor-de-rosa, o famoso Pink Panther – a maior e a mais valiosa pedra no mundo -, para apresentar os créditos do início do longa. Daí vem o título do filme. Daí vem o seu nome.

Assim, a simpática Pantera Cor-de-Rosa ganhou o carinho dos espectadores e, pouco depois, em 18 de dezembro de 1964, virou estrela das telonas ao estrear como protagonista do curta-metragem de animação Pink Phink (A Pantera Pinta o Sete).

Sem fala, somente com o tema musical de Henry Mancini, o desenho apresenta um homem baixinho e bigodudo (conhecido como “Little Man”) com a empreitada de pintar uma casa de azul. Eis que, sorrateira, surge a Pantera, para atrapalhar a tarefa do baixinho. Em todo lugar que ele pinta de azul, ela pinta de… rosa! E assim o curta de quase 7 minutos evolui, até que a protagonista consegue o que queria… Dá uma espiada, no fim do post!

Foi sucesso total, com direito a estatueta de Melhor Curta de Animação no Oscar de 1965. E virou série, com mais de 124 episódios produzidos por David H. DePatie e Friz Freleng, os pais da Pantera. Pouco mais de 90 foram exibidos nos cinemas e, depois, passaram para a TV.

No Brasil, a Pantera Cor-de-Rosa passou por vários canais, a partir dos anos 1970. Lembro dos tempos de madrugada no SBT, no final dos 80, início dos 90…

Em 1º de fevereiro de 1980, o último episódio foi exibido na TV americana.

Mas essa história fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

Assista Pink Phink:

Fontes:

- Wikipedia

- Wikipédia

- IMDb

Collor é eleito presidente do Brasil

Dia 17 de dezembro.

Collor é eleito presidente do Brasil

Os quatro principais institutos de pesquisa apontavam: Fernando Collor de Mello é o novo presidente do Brasil.

Manchetes de Folha e Estadão de 18 de dezembro se basearam nos levantamentos de boca de urna para confirmarem a vitória de Collor.

“Fernando Affonso Collor de Mello, carioca, 40 anos, deve se transformar hoje no mais jovem presidente eleito da história do país e tomar posse em 15 de março de 1990 como o 36º cidadão no cargo”, dizia o jornal dos Frias.

“Pesquisas de boca de urna de três institutos coincidem numa previsão: Fernando Collor de Mello, carioca de 40 anos, ex-prefeito de Maceió e ex-governador de Alagoas, candidato do PRN, será o 29º brasileiro a ocupar constitucionalmente a presidência da República”, ressoava o veículos dos Mesquita.

Os resultados do boca de urna:

- Datafolha: Collor 51,5% X 48,5% Lula

- Gallup: Collor 48,1% X 45,5% Lula

- Ibope: Collor 50% X 47% Lula

- Vox Populi: Collor 50% X 46% Lula

Três dias depois, o resultado oficial seria divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE): Collor obteve 49,94% dos votos (35.089.998), enquanto Lula ficou com 44,23% (31.076.364).

4 milhões de votos. A mais apertada diferença em uma eleição presidencial (até o pleito deste ano, em que Dilma bateu Aécio por margem de 3,4 milhões de votos).

Uma disputa acirrada, agressiva, polêmica. Que agitou um Brasil sedento por democracia. Que revelou as relações nem sempre morais e éticas entre poder e imprensa. Que entrou para a História.

Três anos depois, Collor desceria a rampa do Planalto. Ele, que entrara nos livros como o mais jovem presidente, acabou se tornando o primeiro a sofrer impeachment.

Mas essa história fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

Nota: aos que acompanharam o Especial Eleições de 89, fica o singelo “obrigado” do éfemello.

Fontes:

- Acervo Folha

- Acervo Estadão

- Wikipédia

Vasco é campeão brasileiro pela segunda vez

Há 25 anos… dia 16 de dezembro de 1989.

Vasco é campeão brasileiro pela segunda vez

A tarde quente e ensolarada era cenário propício para a vitória, o único resultado que interessava.

A massa de 71.552 são-paulinos – incluindo este que vos escreve – era apoio fundamental.

Afinal, do outro lado estava a “SeleVasco”, de Bebeto, Quiñonez, Boiadeiro, Bismarck, o franco favorito para calar a multidão e dar a volta olímpica em pleno Morumbi.

Com campanha melhor, tinha a vantagem de dois empates ou uma vitória em dois possíveis duelos. A confiança era tanta que o clube carioca escolheu jogar fora de casa, pois vivia momento mágico longe do Maracanã.

Crônica de um título anunciado.

O camisa 7 Sorato silenciou o Cícero Pompeu de Toledo, aos 5 minutos do segundo tempo. Uma cabeçada forte e fulminante, após lindo centro de Luís Carlos Winck. Bola na rede de Gilmar. Festa da pequena torcida cruzmaltina presente.

“Procurei aproveitar bem a oportunidade que apareceu. Mas acho que valeu a garra da nossa equipe, a união e a disposição durante os 90 minutos”, disse o jovem herói do triunfo do Vasco.

Depois, Acácio tratou de pegar tudo, como fizera na etapa inicial. Claras oportunidades de Ney, Bobô, Tilico, Edivaldo pararam na muralha vascaína. A equipe de Nelsinho Rosa ainda desperdiçou contra-ataques valiosos, mas soube administrar a vantagem para comemorar o segundo título brasileiro de sua história.

Ao final, os anfitriões tiveram que aturar o vice-presidente Eurico Miranda comandar o desfile da festa junto com os jogadores e a taça.

Após longo hiato de 15 anos entre a primeira e a segunda conquista, o Vasco não demoraria a vencer outro Campeonato Brasileiro, em 1997, naquele timaço que tinha Edmundo e Evair no ataque.

Mas essa história fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

Nota “triste”: a transmissão da Globo marcou a estreia de Arnaldo Cezar Coelho na fatídica função de comentarista de arbitragem, uma praga que tomou conta da televisão brasileira.

Melhores momentos da final do Campeonato Brasileiro de 1989:

Fontes:

- Wikipédia

- imortaisdofutebol.com

- placar.abril.com.br

- Acervo Folha

- Acervo Estadão

Bachelet é eleita presidente do Chile pela 2ª vez

Há 1 ano… dia 15 de dezembro de 2013.

Bachelet é eleita presidente do Chile pela 2ª vez

“Chilenos elegem Bachelet em 2º turno com baixa participação do eleitorado”, dizia a manchete do caderno Internacional do Estadão, na edição de 16 de dezembro de 2013.

A segunda vitória da socialista Michelle Bachelet foi, também, a primeira eleição presidencial no Chile sem voto obrigatório. Um pleito marcado pela baixa presença dos votantes, tanto no primeiro como no segundo turno. Menos da metade do eleitorado exerceu o direito na primeira rodada (49,36%), marca ainda mais baixa na rodada decisiva (41,98%).

Presidente entre 2006 e 2010, Bachelet (Nova Maioria) se elegeu com 62,16% dos votos válidos contra 37,83% de Evelyn Matthei, da Aliança. Dessa forma, se tornou a primeira mulher chilena novamente eleita para o cargo máximo do país.

“Meu desejo mais honesto e profundo é que tudo vá bem para ela. Ninguém que ame o Chile pode desejar o contrário”, afirmou a candidata derrotada, da coligação de centro-direita.

Já a nova-velha presidente celebrou a vitória em frente ao hotel onde estava instalado o comitê de campanha, na capital Santiago.

“Obrigado por fazer desta cidadã, que é uma pessoa igual a vocês, uma presidente muito feliz!”, exclamou Bachelet, diante de uma multidão.

Sistema eleitoral, impostos e educação seriam os três desafios da nova gestão, que tomou posse em 11 de março de 2014. Hoje, um ano após a eleição, o governo de Bachelet enfrenta período difícil, com a aprovação mais baixa desde a sua volta a La Moneda.

Mas essa história fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

Em tempo, uma contribuição do amigo Felipe Menezes: Vale destacar dois pontos interessantes. A baixa assistência na votação foi também influenciada pelo fato da Aliança ter trocado duas vezes de candidatos poucos meses antes das eleições, o que deixou a vitória mais “segura” para a Bachelet. E da baixa aprovação atual eu acho que tem bastante a ver com as atuais reformas tributárias que estão preparando o caminho para a reforma educacional. Sempre que se se mexe no bolso das pessoas, isso reflete de alguma forma.

O comício da vitória, em Santiago:

Fontes:

- Wikipedia

- Acervo Estadão