Arena e MDB são extintos pelo Congresso

Há 35 anos… dia 22 de novembro de 1979.

Arena e MDB são extintos pelo Congresso

Foi uma madrugada bem agitada no Congresso Nacional. Gritos, protestos e insultos de lado a lado. Ao fim e ao cabo, 299 deputados e 41 senadores aprovaram o fim da Aliança Renovadora Nacional, a Arena, e do Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Acabava o bipartidarismo da ditadura militar, que vigorava desde 1966.

O Brasil já respirava um ar menos pesado em 1979. A revogação do AI-5, em janeiro, e a Lei da Anistia (março/abril), que trouxera os exilados de volta ao País, foram duros golpes aos militares barra pesada do regime. Aos poucos, nascia a esperança da volta pela democracia.

A iniciativa de encerrar o bipartidarismo, no entanto, veio do presidente-general João Baptista Figueiredo. As vitórias recentes nas eleições legislativas davam força cada vez maior à “oposição”, isto é, ao MDB. O governo percebeu que não tinha saída: não podia mudar as regras para as futuras eleições de 1982, tampouco ousaria acenar com algum golpe.

Aconselhado por Golbery do Couto e Silva, chefe da Casa Civil, Figueiredo propôs a dissolução dos partidos e o restabelecimento do pluripartidarismo no Brasil. A nova Lei Orgânica dos Partidos Políticos (nº 6767) foi aprovada em 22 de novembro de 1979 e sancionada menos de um mês depois, em 20 de dezembro.

A Arena se transformou em PDS, Partido Democrático Social, partido pró-governo. Já o MDB virou PMDB, Partido do Movimento Democrático Brasileiro, e seguia na oposição, liderado por Ulysses Guimarães.

Tempos depois, novos partidos surgiriam, como o PT e o PDT.

Mas essa história fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

Vídeo do Telecurso 2000 sobre o pluripartidarismo no Brasil.

Fontes:

- Wikipédia

- Acervo Folha

- jblog.com.br

- pnld.moderna.com.br

- planalto.gov.br

Pelé marca oito gols no Botafogo-SP

Há 50 anos… dia 21 de novembro de 1964.

Pelé marca oito gols no Botafogo-SP

Antes do duelo, a Vila Belmiro silenciou em respeito e lembrança ao primeiro ano de morte de John Kennedy, assassinado em 22 de novembro de 1963. Um único momento de tristeza na tarde de chuva que se tornaria inesquecível para os santistas. Um dia alegre e histórico para os 9.437 presentes na casa do Santos Futebol Clube, na casa do Rei Pelé.

Em campo, Santos e Botafogo se enfrentariam pela 25ª rodada do Campeonato Paulista. No primeiro turno, em Ribeirão Preto, o Botafogo vencera por 2 a 0. Pelé não estava em campo e o capitão Zito foi expulso. Os anfitriões tripudiaram, com direito a sentada em cima da bola e gritos de “olé” da torcida.

Vingança é um prato que se come frio, diz o ditado. Pois o time de Ribeirão amargou um indigesto banquete de vingança naquele 21 de novembro de 1964. Banquete com a assinatura do maior chef de todos os tempos.

O Rei tinha motivos de sobra para se eternizar naquela tarde. Queria redimir o clube da amarga derrota no primeiro turno e também ultrapassar Flávio, do Corinthians, na tabela de artilheiros do campeonato.

O que se viu depois do apito de Carlos Drummond da Costa foi um Pelé endiabrado, com uma sede de gols insaciável. Abriu o placar, aos 3 minutos, ampliou aos 8 e fez o terceiro aos 16. Depois de Pepe e Coutinho, fez o sexto do Peixe aos 38 e o sétimo, dois minutos depois. 7 a 0 só no primeiro tempo, com 5 gols Dele!

A cada gol marcado, Pelé pegava a bola dentro das redes visitantes. Queria mais. “Gritaram ‘olé’ lá. Vocês vão pagar caro aqui”, sentenciava o 10 do Santos aos jogadores do Botafogo.

O massacre seguiu no segundo tempo, com mais três fulminantes tentos de Pelé, aos 25, 27 e 28 minutos. Toninho Guerreiro fechou o caixão botafoguense aos 45. O garoto do placar teve até de improvisar o dígito “1” para o resultado: Santos 11 x 0 Botafogo-SP!

Duas semanas depois, o Santos aplicaria nova goleada, dessa vez em cima do Corinthians: 7 a 4, com quatro de Pelé. No banco corintiano, o lendário Oswaldo Brandão, demitido do Botafogo depois dos 11 a 0! Pobre Brandão…

O Santos seria o campeão do Paulistão de 1964 e Pelé seria o artilheiro do certame, com 34 gols.

Ele nunca marcaria tantos gols em uma única partida como naquele dia.

Narração dos gols, por Enio Rodrigues, da Rádio Bandeirantes:

Fontes:

- Acervo Estadão

- espn.uol.com.br

- esporte.uol.com.br

Morre Herbert Richers

Há 5 anos… dia 20 de novembro de 2009.

Morre Herbert Richers

O nome está no inconsciente coletivo brasileiro. Nas décadas de 1980 e 1990, quase 100% dos filmes, novelas, séries ou desenhos tinham seu selo de qualidade: “Versão brasileira, Herbert Richers”. Havia os “rivais” BKS e Álamo, mas a Herbert Richers S.A. era a líder absoluta do mercado.

Por trás de tudo, um paulista de Araraquara que adotou o Rio de Janeiro como lar desde o início dos anos 1940. Na Cidade Maravilhosa, fundou, em 1950, o que se transformaria em um império da dublagem no Brasil e na América Latina.

Produtor e conhecedor do mercado de cinema, inclusive com passagem pela gigante Atlântida, era amigo próximo de Walt Disney. O pai do Mickey e do Pato Donald quem apresentou o sistema de dublagem, já muito usado em Hollywood. Antenado, ele trouxe a novidade para o Brasil e logo dominou o mercado.

Além das dublagens, também foi produtor de filmes históricos do cinema nacional, como “O Assalto ao Trem Pagador”, de 1962, e “Vidas Secas”, de 1963.

Em 2014, a vida do mito Herbert Richers virou livro. Escrito pelo jornalista Gonçalo Junior, Versão Brasileira – Herbert Richers conta a saga não só do empresário, mas também de seus ancestrais, que chegaram ao Brasil na primeira metade do século 19 e foram precursores no cinema e na fotografia no País.

Em 20 de novembro de 2009, o coração do sinônimo de dublagem parou de bater. Pouco tempo depois, em 2012, o estúdio Herbert Richers fechou as portas, afundado em dívidas e ações trabalhistas no valor de R$ 8 milhões.

Foram-se criador e criatura. Fica, pra sempre, a marca Herbert Richers.

Em tempo: vale dar umas risadas com a brincadeira da Desciclopédia sobre o personagem do post de hoje!

Reportagem do Multishow sobre dublagem e o estúdio Herbert Richers:

Fontes:

- Wikipédia

- IMDb

- folha.uol.com.br

- vejario.abril.com.br

- universohq.com

- g1.globo.com

O milésimo gol de Pelé

Há 45 anos… dia 19 de novembro de 1969.

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Senhoras e senhores, Nelson Rodrigues:

O GOL MIL

“Amigos, a cidade tem 5 milhões de habitantes, talvez mais. Pois esses 5 milhões deviam estar presentes, anteontem, no Estádio Mário Filho para ver o milésimo gol de Pelé *. Dirão os idiotas da objetividade que o ex-Maracanã comporta, no máximo, 250 mil pessoas. Mas os que não pudessem entrar ficariam do lado de fora, atracados ao radinho de pilha e chupando laranjas. O que acho incrível e, sobretudo, indesculpável é que alguém, vivo ou morto, pudesse ficar indiferente à mais linda festa do futebol brasileiro em todos os tempos. Sim, os vivos deviam sair de suas casas e os mortos de suas tumbas. Viva a mulher bonita, que não faltou. Só as feias não apareceram. Não sei se sabem que o sublime crioulo fascina a mulher bonita. As mais lindas garotas estavam lá. Mas falei em festa do futebol e, realmente, foi muito mais do que isso. Era uma festa nacional, a festa do povo, a festa do homem.

Na fila dos elevadores, o meu primeiro olhar descobriu a grã-fina das narinas de cadáver. Vocês entendem? Ela continua não sabendo quem é a bola. Mas o que a magnetizava era Pelé como homem, mito e herói. Bem sabemos que futebol é um esforço coletivo. São os times que ganham, perdem ou empatam. Mas no caso de Pelé, foi um só. Só ele marcou os mil gols. Nunca se viu nada parecido no mundo. É uma glória maravilhosamente individual, maravilhosamente solitária. Some-se a isto os gols que ele deu na bandeja, gols dos quais ele foi o co-autor, ou melhor, foi mais autor do que o autor. Um passe genial vale como um gol. Muitos lamentam que tenha sido de pênalti. Meu Deus do céu, e daí? Na sua penetração fulminante, tinha batido toda a defesa adversária. Ia entrar com bola e tudo. E sofreu o pênalti. Não foi um companheiro, mas ele próprio quem foi derrubado. Não queria cobrar.

Era uma festa nacional, a festa do povo, a festa do homem.

Mas seus companheiros fizeram uma greve linda contra o pênalti. Ninguém tocaria na bola. E, então, 100 mil pessoas, na gigantesca cadência coral, começaram a exigir: — “Pelé, Pelé, Pelé!”.Uma das que mais se esganiçavam era a grã-fina das narinas de cadáver. Uma louríssima suspirou, arrebatada: — “Com esse eu me casava!”. Mas vejam como o grande acontecimento tem a paisagem própria. Como já escrevi, Austerlitz não podia ser disputada num galinheiro. Foi isso que eu disse, quando o Santos jogou no campo do Esporte Clube Bahia. É óbvio que, depois do Estádio Mário Filho, todos os campos pequenos se tornaram galinheiros irremediáveis. O Pacaembu, por exemplo, é um galinheiro.

O campo do Botafogo, do Fluminense, do Parque Antártica, e centenas, milhares de outros campos obsoletos, são outros tantos galinheiros. É aqui e, repito, é no Estádio Mário Filho que Pelé teve os seus grandes dias e as suas grandes noites. O próprio crioulo sabe que é muito mais amado aqui do que em São Paulo. Quando a bola foi colocada na marca do pênalti, criou-se um suspense colossal no estádio. O meu colega e amigo Villas-Bôas Corrêa, que não tem nada de passional, estava comovido da cabeça aos sapatos. A louríssima, por mim citada, sentia-se cada vez mais noiva de Pelé. O marido, ao lado, parecia concordar com o noivado e dar-lhe sua aprovação entusiástica. Eu não sei como dizer. Mas estávamos todos crispados de uma emoção, um certo tipo de emoção, como não conhecíamos. Ao que íamos assistir já era História e já era Lenda. Imaginem alguém que fosse testemunha de Waterloo, ou da morte de César, ou sei lá. No ex-Maracanã, fez-se um silêncio ensurdecedor que toda acidade ouviu. No instante do chute, a coxa de Pelé tornou-se plástica, elástica, vital, como a anca de cavalo.

Naquele momento éramos todos brasileiros como nunca, apaixonadamente brasileiros.

Mas havia alguém contracenando com ele no quinto ato da batalha. Era o formidável goleiro argentino Andrada. Em qualquer hipótese, ele ia se tornar uma figura histórica: — defendendo ou não. E quando Pelé estourou as redes, o Estádio Mário Filho voou pelos ares. Desde Pero Vaz de Caminha, nenhum brasileiro recebera apoteose tamanha. De repente, como patrícios do guerreiro, cada um de nós sentiu-se um pouco co-autor do feito. Pelé voou, arremessou-se dentro do gol. Agarrou e beijou a bola. E chorava, o divino crioulo. Cem mil pessoas, de pé, aplaudiam como na ópera. Depois, assistimos à volta olímpica. Pelé com a camisa do Vasco, Naquele momento éramos todos brasileiros como nunca, apaixonadamente brasileiros.”

* Santos 2 x 1 Vasco da Gama, 19/11/1969, no Estádio Mário Filho. [O Globo, 21/11/1969]

O milésimo gol, na narração de Flávio Araújo:

+MAIS:

- Acervo Estadão

- Acervo O Globo

- fifa.com

“O Profissional” estreia nos Estados Unidos

Há 20 anos… dia 18 de novembro de 1994.

“O Profissional” estreia nos Estados Unidos

Mathilda: Is life always this hard, or is it just when you’re a kid?

Léon: Always like this.

A história do improvável e bonito encontro entre o matador profissional Léon e a doce e viva menina Mathilda é, pra mim, o melhor filme de Luc Besson. Inspirado no sucesso “Nikita – Criada Para Matar”, o diretor francês escreveu o roteiro enquanto esperava o início das filmagens de “O Quinto Elemento”.

Sem pestanejar, entregou o texto para Jean Reno, o escolhido para encarnar o assassino profissional, frio e racional, generoso, de coração bom e leal.

A escolha de Mathilda foi um pouco mais difícil. Rejeitada em um primeiro teste, Natalie Portman convenceu Besson na cena da morte do irmãozinho. Aos 13 anos, a talentosa atriz começava ali uma brilhante carreira.

Fora o duo que encaixou muito bem, tem ainda o fantástico Gary Oldman no papel de Norman Stansfield, o corrupto e maluco agente do DEA, departamento antidrogas dos EUA.

Perturbado, cínico, irônico, sempre doidão, o ator transforma o personagem em um dos grandes vilões do cinema. Oldman saiu várias vezes do script e improvisou com maestria e enorme talento (a cena do “Everyone!”, uma brincadeira de Oldman com Besson, virou meme na internet…).

O impecável e experiente Danny Aiello abrilhanta um pouco mais o elenco como Tony, o mafioso italiano que contrata os serviços de Léon.

O ar europeu do longa-metragem se explica, já que as cenas internas, do apartamento de Léon, foram filmadas em Paris. Nova York, porém, é o cenário principal, com tomadas do Central Park, entre outros cartões-postais.

Com orçamento relativamente baixo para um thriller (US$ 16 milhões), “O Profissional” foi sucesso estrondoso de bilheteria, arrecadando total de US$ 45 milhões.

Há tempos já existe uma continuação escrita por Besson, mas que dificilmente será filmada, por causa de divergências entre ele e a Gaumont, estúdios detentores dos direitos da franquia.

“O Quinto Elemento” seria lançado somente em 1997.

Mas essa história fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

Léon ensina Mathilda a atirar:

Fontes:

- Wikipedia

- IMDb

- omelete.uol.com.br

- zimbio.com

- rogerebert.com

Primeira ópera de Verdi estreia em Milão

Há 175 anos… dia 17 de novembro de 1839. 

Primeira ópera de Verdi estreia em Milão

“Oberto, Conte di San Bonifacio” (“Oberto, Conde de São Bonifácio”) conta a história de um conde medieval chamado Riccardo. Prestes a se casar com Cuniza, ele se envolve com Leonora, filha de Oberto, que convence a filha a contar toda a história para Cuniza. Arrasada com a infidelidade de Riccardo, Cuniza cancela o casamento. Seu pai busca a vingança, chama Riccardo para um duelo e mata o ex-futuro genro. “Manchada” pelo caso com Riccardo, Leonora acaba indo para um convento.

Essa é a trama da primeira ópera da Giuseppe Verdi, que estreou no famoso Teatro alla Scala, de Milão, há 175 anos.

Verdi demorou quatro anos na composição. Em 1835, quando retornou à Busseto, sua cidade natal, para assumir o cargo de diretor da escola de música por três anos, se aproximou do diretor da Filarmônica, Pietro Massini.

O novo amigo o encorajou a compor uma ópera e forneceu um libreto escrito por Antonio Piazza, jornalista e pensador de Milão. “Rocester” acabou sendo a base para “Oberto”, apesar de haver controvérsias com relação ao tema entre estudiosos da obra e da vida de Verdi.

Versões à parte, o jovem compositor começou a buscar espaço para mostrar a composição. A mal sucedida tentativa de apresentar a ópera em Parma fez Verdi levar o trabalho para Milão. Acabou se acertando com Bartolomeo Merelli, dono do La Scala, que ofereceu espaço para “Oberto” durante a temporada de 1839.

Em 17 de novembro, a ópera estreava em Milão. Merelli ficou tão entusiasmado que, além de 13 apresentações adicionais, também financiou outras três óperas do jovem compositor.

A segunda ópera, “Il giorno di regno”, estrearia em setembro de 1840, mas seria um fracasso. Verdi tinha acabado de perder a esposa, Margherita, o que foi preponderante para o insucesso do novo trabalho.

Mas essa história fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

“Oberto, Conte di San Bonifacio”, pela Orquestra Sinfônica de Astúrias e Ópera de Bilbao:

Fontes:

- Wikipedia

- Wikipédia

- history.com

- giuseppe-verdi.net

Stevie Wonder lança “Boogie On Reggae Woman”

Há 40 anos… dia 16 de novembro de 1974.

Stevie Wonder lança "Boogie On Reggae Woman"

O contrato assinado com a Motown em 1971 lhe dava controle total, autonomia, independência. Aos 21 anos, teria liberdade plena de fazer o quê quisesse, como quisesse, do jeito que bem entendesse.

Começava ali o chamado “período clássico” da singular e gigantesca carreira desse gênio de nome Stevland Hardaway Morris, o único e inimitável Stevie Wonder.

Foi seu auge. Época dos fantásticos Talking Book (1972) e Innervisions (1973), sem sombra de dúvida, seus dois melhores álbuns.

Em 1974, ele lançaria Fulfillingness’ First Finale, 17º trabalho de estúdio, o primeiro a atingir o topo da parada Pop da Billboard. O primeiro após o grave acidente automobilístico que o deixara em coma por quatro dias.

Entre as 10 faixas do disco, lá estava a peculiar “Boogie On Reggae Woman”. Nada de reggae, nada de boogie. É o bom e velho Stevie arrebentando com sua gaita (“Can I play?”), sua voz, seu Rhodes e um moog. Meu Deus! What a funk?! Tire as crianças da sala, afaste os móveis e caia na pista com Mr. Wonder…

“Boogie On Reggae Woman” chegou ao #3 do Hot 100, ficou no topo da parada Soul e ainda levou o Grammy na categoria de Melhor R&B de 1974. Com Fulfillingness’ First Finale, Stevie ainda papou o Álbum do Ano pela terceira vez seguida.

Aqueles foram anos de ouro para ele, realmente.

O flerte real e a gravação de um reggae de verdade aconteceria, de fato, em 1980, quando lançou a dançante e envolvente “Master Blaster (Jammin’)”. Uma ode à Bob Marley!

Mas essa história fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

Em tempo: a foto do post mostra a capa alemã do single!

Dance com “Boogie On Reggae Woman”:

Fontes:

- Wikipedia

- songfacts.com

- rollingstone.com

- harpsurgery.com