“De Volta para o Futuro” estreia nos EUA

Há 30 anos… dia 3 de julho de 1985.

“De Volta para o Futuro” estreia nos EUA

Tempo.

Pode derreter, como na pintura de Dalí.

Pode estancar, como no milésimo gol de Pelé.

É relativo, como ensinou o gênio Einstein.

Tempo Rei, um dos deuses mais lindos.

Tempo. O alicerce desta brincadeira de História que é o efemérides.

Neste 3 de julho, permitam-me pegar carona no DeLorean do Marty e do Doc para revisitar o passado.

Como em “De Volta para o Futuro”, 30 anos para trás…

Naquele 3 de julho de 1985, o Super-Homem aí da foto apagava 4 velinhas e certamente não pensava no futuro. Nem imaginava que, três décadas depois, estaria sentado escrevendo exatamente sobre aquele dia.

De Super-Homem, nem a capa restou. Só os óculos de Clark Kent. Um Clark Kent das efemérides. Mais velhinho e um pouco míope.

O passado e o futuro. As memórias e as projeções. O que teria acontecido? O que deixou de acontecer? E se eu fosse por outra estrada? E se escolhesse outra trilha? E se pegasse um atalho? E se…? O que vai acontecer? E se eu for por outra estrada? E se eu escolher outra trilha? Existe atalho?

É por essas e outras questões e dúvidas que o filme de Robert Zemeckis fascina tanto. É uma grande viagem e um grande barato pensar em tudo isso. E é universal. Todo mundo reflete sobre o tempo, seus meandros, suas nuances, seus contratempos.

O pacote cinematográfico fica ainda mais irresistível com o toque do mago Spielberg, a química perfeita de elenco – com destaque, claro, para o protagonista Michael J. Fox -, a trilha sonora oitentista que não sai da cabeça (That’s the Power of Love!) e as pitadas saborosas de referências históricas e culturais.

Um combo de puro entretenimento.

Não à toa que “De Volta para o Futuro” continue angariando mais fãs.

O tempo lhe cai bem!

Na segunda parte da trilogia, o futuro.

Carros e skates voadores, postos de gasolina automatizados, pizzas instantâneas e outras modernidades no ano de… 2015!

Mas essa história fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

Trailer de “De Volta Para o Futuro”:

Fontes e +MAIS:

Wikipedia

IMDb

– backtothefuture.wikia.com

– cinemablend.com

laweekly.com

– edition.cnn.com

cbsnews.com

– digitalspy.co.uk

greenbaypressgazette.com

O último show do Pink Floyd

Há 10 anos… dia 2 de julho de 2005.

Sob calorosos e fanáticos aplausos de um Hyde Park completamente tomado, o emocionado Roger gesticulou com o braço, chamando David, inclinando a cabeça, como se dissesse: “Come here, mate! For good old times…!”. David consentiu e se juntou a Roger, Nick e Richard.

Unido pelos braços, o Pink Floyd saudou uma gigantesca plateia pela última vez.

Uma bonita e emotiva última vez.

Era a despedida no palco de uma das maiores bandas de rock da História, um quinteto que virou quarteto. Um grupo que explorou inúmeras possibilidades musicais e artísticas, lançou motes e palavras de ordem, refletiu sobre a vida, a morte, a grana, a amizade, a loucura, o amor, o tempo, o passado e o futuro. E, claro, criou álbuns imortais, como The Dark Side of The Moon, uma sublime obra-prima, absolutamente fundamental.

Uma banda que nasceu em 1965, sob a liderança do inquieto e brilhante Syd Barrett, mas que teve de se reinventar com o colapso do gênio. Roger Waters e David Gilmour se alternaram – e se alteraram! – no comando. Não sem a preciosa ajuda do irreverente e bonachão Nick Mason e do elegante e erudito Richard Wright.

“É realmente muito emocionante estar aqui com esses três caras depois de todos esses anos. E junto de vocês. Nós estamos fazendo isso para todos que não estão aqui, mas particularmente, é claro, para Syd”, disse Roger, voz embargada, com os marcantes acordes iniciais de “Wish You Were Here” ao fundo, uma das cinco músicas que eles apresentaram no show de quase 25 minutos.

Havia 24 anos que “esses quatro caras” não se reuniam no palco. O fim tinha sido doloroso, duro. Um corte seco, como o título do último álbum, The Final Cut. Custou para costurar o rasgo da lâmina. O reencontro, sempre idealizado nas cabeças e corações da legião de pinkfloydianos mundo afora, era improvável, impossível. Seria necessário algo maior para o sonho virar realidade.

Dinheiro? Não. Muito dinheiro? Não. Um abaixo-assinado com milhões de assinaturas? Não. Um abaixo-assinado com bilhões de assinaturas? Não. Uma causa social? Bingo!

Foi o protagonista de “The Wall” o responsável pela última reunião do Pink Floyd. Músico e ativista, Bob Geldof estava à frente do Live 8, um gigantesco evento de música em nove países diferentes do planeta (o G8 + África do Sul) com o objetivo principal de pressionar os líderes mundiais a darem o perdão da dívida externa às nações mais pobres do mundo.

“Como a maioria das pessoas, quero fazer tudo que puder para convencer os líderes do G8 a estabelecerem firmes compromissos para o alívio da pobreza e o aumento da ajuda ao terceiro mundo. É uma loucura que a América dê uma porcentagem tão insignificante de seu PIB para as nações famintas. Qualquer disputa que Roger e a banda tiveram no passado é tão sem importância neste contexto, e se a re-formação para este show vai ajudar a chamar a atenção, então ele tem que valer a pena”, anunciou David, no dia 12 de junho.

Vinte dias depois, o Pink Floyd estava no palco outra vez, em uma noite de verão londrino, em um cartão-postal da capital inglesa. Além da linda faixa-título do álbum de 1975, eles tocaram “Speak To Me/Breathe/Breathe Reprise” e “Money”, fechando com “Comfortably Numb” e o magistral solo da guitarra de David.

Em 2008, um câncer levou Richard Wright e parte do Pink Floyd junto. Syd Barrett já havia partido dois anos antes.

Roger, David e Nick subiriam outra vez no palco em 2011.

Mas essa história fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

O show no Live 8:

Fontes:

Wikipedia

– pinkfloydonline.com

– ultimateclassicrock.com

Morre o ator Walter Matthau

Há 15 anos… dia 1º de julho de 2000.

Morre o ator Walter Matthau

“Walter Matthau, cujas performances com rabugentos, mas cativantes personagens, fizeram-no um peculiar e grande homem do cinema, do teatro e da televisão, morreu ontem, em Santa Monica, Califórnia. Ele tinha 79 anos.”

O início do obituário do New York Times, de Mel Gussow, sintetiza bem quem foi Walter John Matthow, filho de judeus imigrantes, nascido no Lower East Side de Nova York, que cresceu no teatro, fez carreira muito bem-sucedida em Hollywood e também brilhou na televisão.

Primeiro vilão, depois cômico, Matthau formou dupla excepcional com Jack Lemmon, começando com “Uma Loura por um Milhão”, em 1966, terminando com “Dois Parceiros em Apuros”, em 1997. Uma parceria que virou uma grande amizade.

“Eu perdi alguém que amava como um irmão, como um amigo próximo e um ser humano notável. Nós também perdemos um dos melhores atores de todos”, disse Lemmon, por ocasião da partida do companheiro.

A estreia da dobradinha – “The Fortune Cookie” em inglês – rendeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante para Matthau. Mais tarde, a série de dois filmes “Dois Velhos Rabugentos” e “Dois Velhos Mais Rabugentos” arrecadou mais de US$ 70 milhões em bilheteria nos EUA, contrariando a ideia de que “filmes com velhos” não vendem.

Além desses, Matthau e Lemmon contracenaram em outros sete longas-metragens, com destaque para “The Front Page” (“A Primeira Página”), dirigido pelo renomado Billy Wilder, a exemplo de “Uma Loura”. Por falar em direção, Lemmon dirigiu o amigo em “Kotch” (“Ainda há Fogo sob as Cinzas”), em 1971.

Já no final da carreira, Matthau também ficaria conhecido pelas participações em “Dennis, o pimentinha”, como o senhor Wilson, e em “I.Q. – A Teoria do Amor”, no papel de um Einstein cupido. O último filme foi “Hanging Up” (“Linhas Cruzadas”), no qual contracenou com Meg Ryan e Diane Keaton, a diretora do longa.

Walter Matthau morreu de ataque cardíaco. Quase um ano depois, o amigo Jack Lemmon o reencontrou.

Hoje, os rabugentos dão risada e contam piadas no céu.

Trecho de “The Fortune Cookie”:

Fontes:

Wikipedia

Wikipédia

IMDb

nytimes.com

theguardian.com

Acervo Folha

Acervo Estadão

Espanha aprova o casamento gay

Há 10 anos… dia 30 de junho de 2005.

Espanha aprova o casamento gay

Quatro dias atrás, o Facebook ficou colorido para celebrar a aprovação do casamento gay nos Estados Unidos.

Pois exatos dez anos atrás, as ruas da Espanha se encheram de cor e festa para comemorar o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo. Desde então, foram 31.600 casamentos entre homossexuais na terra de García Lorca.

Algumas dessas felizes histórias estão contadas no ótimo especial “10 años de matrimonio homosexual em España”, do jornal El País, que relembra aquele 30 de junho e faz uma radiografia das transformações em uma sociedade tão tradicional.

A mudança na legislação do país começou a ganhar corpo com a chegada de José Luis Zapatero ao poder. Na campanha, em 2004, o candidato do Partido Socialista Obrero Espanhol (PSOE) anunciou que um dos compromissos era aprovar o casamento gay.

No discurso de posse, reafirmou que seu governo apresentaria um projeto para assegurar o direito de matrimônio entre pessoas do mesmo sexo, além da adoção. Do outro lado, a oposição, representada pelo Partido Popular de Mariano Rajoy, e por setores conservadores da igreja católica da Espanha.

A batalha foi longa, com discussões fervorosas no Parlamento. Então, em 30 de junho, por 187 votos a favor e 147 contra, a lei foi aprovada.

“A sociedade espanhola está dando uma resposta a um grupo de pessoas que por anos foi humilhado, cujos direitos têm sido ignorados e cuja dignidade tem sido ofendida”, discursou Zapatero, após a aprovação.

“Hoje começamos a ter um país melhor, e a Espanha se torna referência”, afirmou o ativista gay Pedro Zerolo, um dos símbolos do movimento que nasceu no início dos anos 1990 na nação ibérica.

O país se tornava o quarto a instituir legalmente a união entre homossexuais, depois de Holanda, Bélgica e Canadá.

Em novembro de 2006, a África do Sul também legalizaria o casamento gay.

Mas essa história fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

Votação na Espanha:

Fontes e +MAIS:

Acervo Folha

Acervo Estadão

Wikipedia

Wikipédia

Wikipedia (espanhol)

elpais.com

Brasil goleia a Argentina e leva a Copa das Confederações

Há 10 anos… dia 29 de junho de 2005.

Brasil goleia a Argentina e leva a Copa das Confederações

“Goleada e samba em Frankfurt”, dizia uma das manchetes de capa do Estadão, abaixo de uma foto com o capitão Ronaldinho Gaúcho levantando a taça e puxando a festa. No caderno de Esportes, mais exaltação: “Baile com samba na Alemanha”.

“Brasil bate Argentina por 4 a 1 e leva Copa das Confederações” era a chamada na Folha, mais comedida. A euforia ficou com a seção de Esporte, que estampava: “Quarteto acerto o passo, repica a Argentina e samba no pódio”.

Um dia após a conquista da Copa das Confederações de 2005, esse era o clima no País. Euforia unânime, coletiva, ampla, geral e irrestrita.

Até o sempre sóbrio, contido e ponderado Tostão se rendeu à exibição brasileira na final diante dos hermanos. “Parabéns à seleção e ao novo Parreira, que se permitiu ver o futebol de outra forma”, finalizava a análise da goleada o colunista da Folha.

A exibição de gala do time de Ronaldinho Gaúcho, Kaká, Adriano e Robinho, o quarteto que colocou a Argentina na roda, encheu o Brasil todo de esperança.

Apagou a campanha irregular no torneio, com direito a derrota para o México e empate com o Japão, nos redimiu do olé argentino em Buenos Aires, 21 dias antes, 3 a 1, pelas eliminatórias, e nos alçou a principal favorito para a Copa do Mundo do ano seguinte.

De fato, os 4 a 1 foram um show verde-amarelo, como há muito não se via. Adriano Imperador abriu o placar logo aos 10 minutos, com uma bomba de canhota que quase furou a rede de Lux. Kaká ampliou, seis minutos depois, com chapa de categoria, no ângulo do porteiro argentino. Os hermanos estavam vendidos.

A pá de cal veio logo no primeiro minuto do segundo tempo, quando Ronaldinho Gaúcho desviou cruzamento do endiabrado Cicinho para fazer o terceiro. Pra completar o samba na Alemanha, um gol mágico, com a essência do toque de bola tupiniquim, terminando com a cabeçada fulminante do Imperador, artilheiro (5 tentos) e melhor jogador do torneio.

Aimar fez o de honra e a seleção poderia ter ampliado. Verdade que os hermanos sentiram a ausência de Mascherano, Killy González, Crespo e Saviola, mas a seleção brasileira estava sem Ronaldo Fenômeno, Cafu e Roberto Carlos!

É, o hexacampeonato era questão de tempo. Voltaríamos ao país da cerveja e do chucrute para pegar o sexto caneco.

#sqn!

Em tempo: vale relembrar a genial capa do diário Olé no dia 30!

Brasil 4 x 1 Argentina:

A campanha da seleção na Copa das Confederações de 2005:

Fontes:

Wikipédia

Acervo Estadão

Acervo Folha

– esporte.uol.com.br

Na volta a Liverpool, Paul faz homenagem a John

Há 25 anos… dia 28 de junho de 1990.

Na volta a Liverpool, Paul faz homenagem a John

A especialíssima The Paul McCartney World Tour estava no fim.

A primeira turnê solo de Macca. A primeira depois de 10 anos de “descanso”. A primeira em que ele incluiu um substancial número de músicas dos Beatles no setlist.

Um giro extenso, que começou em Londres, em 26 de julho de 1989, e terminou em Chicago, em 29 de julho de 1990.

Em 28 de junho, uma noite inesquecível. Show na sua Liverpool após quase 11 anos, com direito a homenagem ao amigo John, que completaria 50 naquele ano.

“Muito foi dito sobre John e eu. Sim, nós tivemos nossas brigas, nossos desentendimentos. Então, eu gosto da ideia de colocar tudo isso um pouco pra trás, realizando algo real, fazendo um tributo a ele”, disse Paul.

Escolheu três canções. Músicas que, para ele, representavam o parceiro e amigo: “Strawberry Fields Forever”, “Help!” e “Give Peace a Chance”.

Então, ao final da espetacular noite nas docas da cidade onde tudo começou, às margens do Rio Mersey, Paul anunciou, já sentado ao piano: “Isso é uma pequena homenagem para alguém que amamos tanto!”.

Pela primeira vez, tocou as três canções ao vivo. Uma emocionada plateia acompanhou e cantou junto, encerrando em um coro uníssono, com o hino de paz de John e Yoko.

“É uma lembrança muito especial para mim. O momento em que eles não pararam de cantar ‘Give Peace a Chance’ foi realmente especial. Não é comum. Foi maravilhoso”, diria Macca, no especial do show gravado para a tevê.

Ele voltaria a homenagear John somente em 2008, também em Liverpool, com uma surpreendente performance de “A Day in the Life”. Atualmente, “Here Today” é tributo certo para o parceiro, assim como “Something” é para George.

Paul iniciaria uma nova turnê em maio de 1991, para promover o álbum Unplugged. Um tour com muitas músicas dos Fab Four!

Mas essa história fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

O medley em homenagem a John Lennon:

Fontes:

Wikipedia

– rollingstone.com

– rollingstone.uol.com.br

– setlist.fm

– obaudoedu.blogspot.com.br

O primeiro show do Queen

Há 45 anos… dia 27 de junho de 1970.

O primeiro show do Queen

Truro, Inglaterra.

Foi na Câmara Municipal da pacata cidade a 373 km de Londres que começou o reinado de uma das maiores bandas de rock da História.

“Agora, somos o Queen!”, enfatizava, a todo o momento, o vocalista, que também estreava naquele dia.

A constante ressalva sobre o nome fazia sentido. Para a maioria dos presentes na plateia, aquele ainda era o Smile, do baterista Roger Taylor e do guitarrista Brian May e que tinha Tim Staffell no baixo e nos vocais.

Inclusive, a apresentação já havia sido anunciada no jornal da cidade em abril. A mãe de Taylor, ativa na comunidade e envolvida na organização do evento em prol da Cruz Vermelha, tinha colocado um pequeno reclame no diário local.

No ínterim, tudo mudou.

Em março, Staffell deixou o Smile e foi para o Humpy Bong. Nas apresentações de abril e maio, Taylor e May dividiram os vocais com o baixista Mike Grose, que havia tocado com o baterista em outra banda, em meados dos anos 1960. O Smile sobrevivia com a ajuda de aparelhos.

A ideia era continuar se apresentando com o nome e com o revezamento de bandleader. Mas no meio do caminho havia um tal de Farrokh Bulsara.

Amante da música, já tinha sido vocalista de outras bandas da cena de Londres. Por volta de 1969, trabalhava com Taylor e May e também dividia apartamento com o baterista. Era fã confesso do Smile e, inclusive, já havia sido roadie deles em alguns shows. Também não se calava e fazia críticas, principalmente sobre as performances no palco. Para ele, devia haver mais teatralidade e atuação.

Bulsara, então, convenceu os amigos do Smile de que ele deveria ser o novo vocalista. Taylor e May concordaram e a estreia estava marcada: 27 de junho de 1970.

Mas havia um problema: o Smile estava morto e era preciso um novo nome para o novo quarteto. Farrokh, que agora era Freddie, apareceu com uma ideia: Queen. Hesitantes, Taylor e May não gostaram, mas não tinham muito tempo para pensar.

Quando subiram ao palco da Câmara Municipal de Truro e soltaram os primeiros acordes de “Stone Cold Crazy”, eles já eram o Queen.

Há pouco registro sobre o debute, mas Grose relembra que eles ainda estavam muito “crus”. Taylor também ressalta que o novo vocalista ainda não dominava completamente o palco, como faria depois, já como o inimitável e único Freddie Mercury.

Após mais duas apresentações com Grose no baixo, o Queen teve Barry Mitchell no posto até o final de 1970. No ano seguinte, John Deacon assumiria de vez o instrumento e completaria a formação clássica e definitiva do Queen. O primeiro álbum veio em 1973.

Mas essa história fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

Em tempo: não há certeza de que a foto acima seja do show de 27 de junho de 1970. Mas fica o registro do ainda Freddie Bulsara, sem o característico e marcante bigodón!

Ouça “Stone Cold Crazy”, que entraria no 3º álbum do Queen:

Fontes:

ultimateclassicrock.com

– queenzone.com

queenlive.ca

– queenconcerts.com

– queenonline.com

– lomography.com.br

gigwise.com

– planet-rogerocks.blogspot.com.br