“Call Me”, do Blondie, chega ao topo da parada britânica

Há 35 anos… dia 26 de abril de 1980.

“Call Me”, do Blondie, chega ao topo da parada britânica

O ano de 1980 foi assaz bem-sucedido para a banda da bonitinha Debbie Harry. E a grande responsável foi a ótima “Call Me”.

Poderia não ter sido assim…

Conta a história que Giorgio Moroder, o interminável e prolífico produtor, compositor e músico italiano, até hoje na ativa, procurava uma parceira feminina para escrever e cantar seu novo sucesso. Na época, Moroder era conhecido por ser o Midas por trás de Donna Summer e também pela sombria trilha do filmaço “O Expresso da Meia-Noite”, vencedora do Oscar em 1979.

A primeira opção do italiano foi Stevie Nicks, do Fleetwood Mac, mas a vocal e compositora recusou. Grande erro. Moroder, então, correu atrás da líder do Blondie, que puxava a fila do new wave do final dos 70’s, início dos 80’s.

Debbie Harry aceitou na hora e assim nasceu um hitaço! Uma música de pegada, meio pop-rock, meio disco, precursora no uso intensivo dos sintetizadores e recursos eletrônicos, uma marca da música pop dos 80.

Gravada em agosto de 1979 e produzida por Moroder, “Call Me” foi lançada em fevereiro de 1980. Uma semana depois, estava na trilha sonora do filme “Gigolô Americano”, protagonizado por Richard Gere. A música, aliás, abre o longa-metragem, em cena com Gere dirigindo na estrada. Também uma “composição” de Debbie.

Fala, Debbie! “Quando eu estava compondo, imaginei a cena de abertura, um carro na costa da Califórnia”. Bonita, talentosa e “cineasta”. É, não era pouca coisa essa tal de Debbie Harry.

Sétima arte à parte, “Call Me” arrebentou naquele ano. Em 19 de abril, entrou no #1 do Billboard Hot 100 e lá ficou por seis semanas. Sete dias depois, aparecia em primeiro nas paradas britânicas, lugar em que permaneceu por uma semana. Também atingiu o topo no Canadá.

“Call Me” foi o single mais vendido de 1980 e o maior hit do Blondie. Possivelmente, é a música mais famosa da banda americana. Curioso é que ela não entraria em nenhum disco original deles, erro corrigido somente em 2001, quando do relançamento de Autoamerican. Dessa vez, com o hit incluído.

Mas essa história fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

O clipe de “Call Me”:

Fontes:

Wikipedia

songfacts.com

Morre o técnico Tito Vilanova

Há 1 ano… dia 25 de abril de 2014.

Morre o técnico Tito Vilanova

100 pontos, 32 vitórias, 4 empates, 2 derrotas, 115 gols marcados, 40 gols sofridos.

88% de aproveitamento.

Números do campeão espanhol da temporada 2012-2013.

O Barcelona de Tito Vilanova. O discreto e modesto Tito Vilanova, que foi embora cedo demais, há exatamente um ano, levado por um câncer. Tinha 45 anos.

Em sua única temporada à frente do Barça, Tito fez história. Igualou a pontuação recorde da Liga das Estrelas, a marca centenária do Real Madrid de José Mourinho, em 2011-2012.

Herdou o time do amigo Pep Guardiola, de quem foi auxiliar no histórico esquadrão de 2008 a 2011, manteve a proposta da posse de bola e do tiki-taka, essência daquele escrete inesquecível, mas concebeu mudanças. Discretas, como sua personalidade, porém, mudanças. O protagonismo maior de Messi, por exemplo.

Assim era o catalão Francesc Vilanova i Bayó, nascido em Bellcaire, na região de Girona. Formado em La Masia, Tito foi um meio-campista sóbrio e pensador, com passagens por times da segunda divisão da Espanha e trajetória mais expressiva no Celta de Vigo, entre 1992 e 1995.

Quando pendurou as chuteiras, retornou aonde tudo havia começado. Como técnico nas categorias de base, em 2001-2002, treinaria Messi, Fàbregas e Piqué, mas acabaria “expulso” do Barça em 2003, após uma reestruturação realizada pelo então diretor esportivo Sandro Rosell (que, depois, como presidente, efetivaria Tito no cargo).

Regressaria pelas mãos de Guardiola, que imediatamente o convocou para ser auxiliar-técnico no Barcelona B, em 2007. Eles se conheciam também das canteras de La Masia. Amizade antiga, dobradinha perfeita.

Uma relação que se completava. A vitalidade e a explosão de Pep, a serenidade e a discrição de Tito. Relacionamento que, como qualquer um, por vezes se estremecia, e se estremeceu mais quando Pep deixou o clube.

Brigas à parte, a dupla levou 14 de 19 competições disputadas no time principal, transformou o Barcelona em uma sinfonia, alçou o futebol ao status de arte, colocando aquela equipe ao lado de outros esquadrões inesquecíveis, como o Santos de Pelé ou o Ajax de Cruyff.

“A profunda tristeza que tenho vai me acompanhar para o resto da minha vida, para sempre”, disse Guardiola quando Tito morreu.

Fiquemos, então, com as bonitas palavras do jornalista britânico Andy West, em reportagem da BBC por ocasião da morte de Tito:

“Tito Vilanova foi uma figura muito admirada e respeitada, não apenas no Barcelona, mas em todo o futebol espanhol, e sua morte vai lançar uma triste sombra sobre o restante da temporada.

Ele será para sempre lembrado como o técnico que levou o Barça a um recorde de pontos em La Liga (100), durante sua temporada solitária no comando, e também como o homem que ajudou a Pep Guardiola revolucionar o futebol durante quatro anos como assistente e conselheiro ao seu amigo de longa data.

E, mais do que isso, ele também deve ser lembrado como um ser humano profundamente honrado, que conheceu a adversidade e triunfou com humildade e dignidade ímpares.”

Reportagem sobre a vida de Tito Vilanova:

Fontes e +MAIS:

Wikipedia

fcbarcelona.es

mundodeportivo.com

deportes.elpais.com

marca.com

timetoast.com

espn.uol.com.br

Oasis lança single “Some Might Say”

Há 20 anos… dia 24 de abril de 1995.

Oasis lança single “Some Might Say”

A ponte de Definitely Maybe para (What’s the Story) Morning Glory?.

O aperitivo do segundo álbum.

O primeiro #1 no Reino Unido.

A última gravação com Tony McCarroll na bateria.

“Some Might Say” tem muitos significados para o Oasis.

Com a palavra, o líder da banda e autor da música, Noel Gallagher: “‘Some Might Say’ é a típica canção do Oasis, define o quê é o Oasis”.

Mais: “Assim que escrevi ‘Some Might Say’, tive a certeza de que seria um #1 e eu estava certo. Eu nunca tive a menor dúvida. Era o gin tônica tirando o melhor de mim!”.

Melhor não contestar Mr. Gallagher.

A história conta que ele escreveu “Some Might Say” quando se estabeleceu em Londres, vindo de Manchester. A maior inspiração foi o Small Faces, banda britânica dos anos 1960 e 1970 que Noel andava escutando na época, assim como o T-Rex.

O produtor Owen Morris se lembra das reviravoltas da gravação do single.

“Nós tínhamos uma demo de ‘Some Might Say’, gravada no Maison Rouge (França), seis meses antes. A versão era lenta, pesada e dark, realmente muito legal, com uma pegada Rolling Stones. Depois, fomos para os estúdios Loco, no País de Gales, e passamos o dia fazendo boas versões, um pouco mais rápidas do que a demo. Eu editei os melhores pedaços e finalizei! Então, Noel acorda a banda no meio da noite, insiste para todos saírem da cama e regravá-la. Fazemos um take e decidimos que éramos todos gênios fodidos e que tínhamos, definitivamente, acertado em cheio.

No dia seguinte, acordei de ressaca e sonolento e Liam quer cantar. Então, faz o vocal principal em dois takes. Um absurdo de bom! O lance é que a música de fundo estava mais rápida do que a gente achava, fato que Noel e eu não tínhamos notado, bêbados, na noite anterior. Havia uma velocidade péssima durante os três primeiros compassos do primeiro refrão. Mas tivemos que usá-lo, porque o vocal de Liam era inegavelmente brilhante”.

“Some Might Say” foi lançada em 24 de abril, com “Talk Tonight”, “Acquiesce” e “Headshrinker” no lado B.

Até hoje, existe uma faixa no estádio do Manchester City, time dos irmãos Gallagher, com os dizeres “Some might say we will find a brighter day”, o refrão da música.

Em outubro, o Oasis lançaria o ótimo (What’s the Story) Morning Glory?.

Mas essa história fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

“Some Might Say”:

Fontes:

Wikipedia

songfacts.com

nme.com

oasisnet.com

Primeiro vídeo do YouTube é publicado

Há 10 anos… dia 23 de abril de 2005.

“Olá! Bem, aqui estamos, na área dos elefantes… O grande lance desses ‘caras’ é que eles têm trombas muito, muito, muito longas! Isso é bacana… E é tudo o quê tenho a dizer!” 

Um cara no zoológico, com elefantes ao fundo. Basicamente, esse é o conteúdo de “Me at the zoo”, com 18 segundos de duração. O primeiro vídeo do YouTube.

O cara em questão é Jawed Karim, um dos fundadores do site. O local é o zoológico de San Diego, na Califórnia. O vídeo completa exatos 10 anos neste 23 de abril.

Hoje, o YouTube é um gigante muito maior que os elefantes mostrados por Karim: tem mais de 1 bilhão de usuários em 75 países do planeta, algumas versões com idiomas diferentes, 300 horas de vídeo carregadas por minuto todos os dias, transmissões ao vivo, etc…

E tudo começou com os elefantes do San Diego Zoo!

Na verdade, a história desse paquiderme da web se iniciou em janeiro de 2005, quando Jawed Karim, Steven Chen e Chad Hurley se associaram para criar um site de compartilhamentos de vídeo.

Colegas de trabalho no PayPal, eles registraram o domínio youtube.com em 15 de fevereiro. Pouco depois, na sequência da publicação do vídeo de estreia, no despertar da primavera do hemisfério norte, uma versão beta foi colocada no ar.

O lançamento oficial aconteceria em dezembro, logo depois do aporte de 3,3 milhões de dólares feito pela Sequoia Capital, um fundo de investimentos. E a linha do tempo do YouTube não parou, com inúmeros marcos importantes, como a venda para a Google, pela incrível soma de US$ 1,65 bilhão, em outubro de 2006!

O vídeo de Karim segue firme no ar, como o marco zero do YouTube. Nesse momento, às 19h do Brasil, já teve 20.240.615 visualizações, 137.489 comentários, 234.619 likes e 12.147 dislikes… O canal de Karim, apesar de ter somente o registro com os elefantes, tem 78.809 inscritos.

Até hoje, o vídeo de maior sucesso no YouTube é o clipe de Gangnam Style, o hit do sul-coreano Psy, publicado em 15 de julho de 2012. Foram mais de 2 bilhões de visualizações!

Mas essa história fica pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

Primeiro vídeo do YouTube é publicado

Fontes:

Wikipedia

Wikipédia

time.com

wired.com

facts.randomhistory.com

techtudo.com.br

canaltech.com.br

Hitler admite a derrota na Segunda Guerra Mundial

Há 70 anos… dia 22 de abril de 1945.

“Está acabado. A guerra está perdida.”

A cena do ótimo “A Queda: As Últimas Horas de Hitler” mostra o momento em que Adolf Hitler admite a derrota. Era o fim para a Alemanha nazista. Era o fim da Segunda Guerra Mundial.

A sentença do Führer depois de receber as más notícias sobre a situação das defesas alemãs em Berlim foi a inevitável conclusão de um ataque de fúria do líder do Terceiro Reich.

Após saber que o general Felix Steiner não conseguira êxito na recruta de homens para combater os soviéticos na capital alemã, Hitler chama os soldados de covardes e traidores, afirma que todos estão mentindo e ainda se diz arrependido por não ter executado seus oficiais mais graduados, como fizera Joseph Stalin.

Na sala de conferência do bunker, Joseph Goebbels, Martin Bormann e os generais Wilhelm Keitel, Alfred Jodl, Hans Krebs e Wilhelm Burgdorf silenciam. Tinham a exata noção do significado do desabafo de Hitler. Não somente era o fim da guerra, mas o fim definitivo.

Das Ende.

“Em 22 de abril, dia da tentativa falha de Himmler em convencer Grã-Bretanha e Estados Unidos a unir forças com os alemães contra o avanço dos russos, os soldados soviéticos capturaram a cidade de Treuenbrietzen, a oeste da linha defensiva proposta, quase circundando Berlim a partir do sul. Hitler, então, disse aos que estavam com ele no bunker que a guerra estava perdida. Não haveria nenhuma tentativa, como tinha proposto uma vez, de adiar o avanço dos aliados em um reduto nos Alpes, ao sul de Munique. Ele permaneceria em Berlim, e atiraria em si mesmo, como disse a todos, quando o fim chegou.”

Eis um trecho do livro The Day the War Ended: May 8, 1945 — Victory in Europe, em que o aclamado historiador britânico Martin Gilbert, biógrafo oficial de Winston Churchill, conta sobre os estertores da Segunda Guerra no Velho Continente e, mais precisamente, o dia em que o conflito terminou da fato, 8 de maio de 1945

Antes, em 30 de abril, oito dias depois de admitir a derrota, Adolf Hitler e Eva Braun cometem suicídio.

Mas essa(s) história(s) fica(m) pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

Hitler admite a derrota na Segunda Guerra Mundial

Fontes:

history.com

Wikipédia

telegraph.co.uk

commandposts.com

A primeira vitória de Senna na Fórmula 1

Há 30 anos… dia 21 de abril de 1985. 

A primeira vitória de Senna na Fórmula 1

O Brasil estava grudado na TV, mas não por causa da Fórmula 1.

Rezas, orações e um eterno estado de vigília por Tancredo de Almeida Neves.

O presidente escolhido pelo colégio eleitoral no início do ano e internado no Hospital de Base do Distrito Federal em 14 de março, um dia antes da posse, estava às portas da morte. E todo o povo pedia por um milagre. Que não veio.

Em meio à dor e a angústia do inevitável, nasceu um novo ídolo nacional. Como em um ciclo escrito pelo destino, Ayrton Senna apareceu para iniciar a sua jornada de herói.

Sob chuva torrencial em Estoril, Portugal, o piloto brasileiro conduziu a icônica Lotus preta à pole position e à vitória. Em um fim de semana inesquecível, a consagração plena e total.

No sábado, cravou 1min21s007 para ser o primeiro do grid, à frente de Alain Prost, da McLaren. No domingo, com água pra todo lado, teve coragem e extrema habilidade para liderar de ponta a ponta durante duas horas e 67 voltas de prova.

Para se ter uma ideia das condições adversas e perigosas da disputa, apenas 9 de 26 pilotos que largaram conseguiram receber a bandeirada. Nelson Piquet, Niki Lauda e Keke Rosberg, por exemplo, então grandes nomes da Fórmula 1, não terminaram.

Senna mostrou por que seria apelidado de “Rei da Chuva”. A primeira aula tinha sido em Mônaco, no ano anterior, e ele só não venceu com a Toleman porque a direção da prova interrompeu a disputa por conta da falta de visibilidade. Justamente quando Senna estava prestes a ultrapassar o líder Alain Prost…

Em Portugal, em sua segunda corrida pela Lotus, Senna deu show completo e só não colocou uma volta de diferença em cima do segundo colocado, o italiano Michele Alboreto, da Ferrari. Pole, vitória e, pra fechar, volta mais rápida: 1min44s121.

Ao final, punho ao céu e vibração, o gesto imortal de Ayrton Senna da Silva.

De noite, precisamente às 22h30min, o secretário de imprensa do governo, Antônio Britto, anunciou o quê já estava escrito, mas ninguém queria ouvir: Tancredo estava morto.

21 de abril de 1985, um dia inesquecível para o Brasil.

A primeira vitória de Senna:

Fontes:

Wikipédia

esportes.estadao.com.br

folha.uol.com.br

grandepremio.uol.com.br

Acervo Folha

Acervo Estadão

Bernardo, 50 anos

20 de abril de 1965

Bernardo, 50 anos

“Raçudo, líder, era um verdadeiro ‘carregador de pianos’.”

Assim o Almanaque do São Paulo, de Alexandre da Costa, descreve Bernardo Fernandes da Silva, que hoje completa 50 anos de idade.

O Bernardão, como meu pai gostava de chamá-lo, brilhou com a camisa do tricolor do Morumbi em 236 jogos e quatro títulos: Campeonato Brasileiro de 1986 e 1991, Campeonato Paulista de 1987 e 1989. Em seis anos, foi peça fundamental em formações de meio-campo são-paulino.

Duas em especial.

Primeiro, nos Menudos de Cilinho. Com Silas e Pita à sua frente, o jovem comprado do Marília no início de 1986 dava a proteção para o timaço campeão brasileiro.

Depois, na “Era Telê”. Com Ronaldão de primeiro volante e Raí de ponta-de-lança, Bernardão saía mais para o jogo na equipe que conquistou o terceiro título nacional do clube, em 1991.

Tive a honra de estar no estádio para ver o único gol dele naquela campanha magnífica – um de seus 16 com o manto do Clube da Fé. Um sofrido e amarrado 1 a 0 em cima do Botafogo, em um lotado Pacaembu. Gol de cabeça, um de seus pontos fortes. Veja aqui!

Do alto de seu 1,88m, Bernardo tinha ótima impulsão e executava o lance com força e direção. Aliás, o gol do título de 1991, do iluminado Mário Tilico (outro que fez cinqüentão em 2015!), começou com cabezazo dele! Um tiro que fez a bola explodir o travessão para encontrar os pés de Tilico, depois de passar por uma furada de Muller.

Também com a cabeça, Bernardão anotou o mais importante de seus 3 gols com a camisa do Corinthians, time que defendeu por 80 jogos. No último minuto da semifinal do Paulista de 1995, ele testou para decretar a vitória alvinegra contra a Lusa. Na final, o Timão passou pelo rival Palmeiras, com golaço de outro ex-são paulino, Elivélton.

Pelo Corinthians, Bernardo conquistou também a Copa do Brasil de 1995.

No Brasil, ele ainda atuou por Vasco, Santos, Inter de Santa Maria e Atlético-PR, seu último clube antes da aposentadoria, em 1997. No exterior, ele vestiu a camisa do Bayern de Munique, do América do México e do Cerezo Osaka, do Japão.

Hoje, o simpático Bernardão é empresário de jogadores.

Matéria do Globo Esporte sobre a final do Brasileiro de 1991:

Fontes:

Wikipédia

terceirotempo.bol.uol.com.br

Placar de abril de 1986

Placar de maio de 1986