Começa a primeira temporada da WNBA

Há 20 anos… dia 21 de junho de 1997.

Katie Smith (dois títulos de WNBA):

“Você não crescia pensando ‘vou jogar basquete profissional’”.

Teresa Weatherspoon (quatro vezes WNBA All-Star):

“O máximo era estar em uma Olimpíada ou ter a oportunidade de jogar no exterior”.

Rebecca Lobo (ala, 1997-2003):

“Eu era da seleção. Isso em 1995, 96. Tinha acabado de me formar na faculdade. Foi quando ouvi pela primeira vez que a NBA estava pensando em formar uma liga feminina. Fiquei deslumbrada”.

Tina Thompson (maior pontuadora da história da WNBA):

“Achei o máximo, mas já tinham tentado fazer acontecer várias ligas profissionais aqui que não tinham sido bem-sucedidas”.

E lá se foram 20 anos!

Pelos depoimentos do início do vídeo sobre a WNBA, a liga feminina americana de basquete, tem-se uma certeza: há muito o que comemorar! Onde não existia nada, hoje há o maior campeonato do mundo.

“Essas garotas hoje em dia, elas realmente não conseguem se lembrar de um tempo em que não havia uma liga. Elas devem ser relembradas dos sacrifícios que foram feitos, das coisas que tivemos que fazer para manter nossas carreiras”, brada Penny Toler, que anotou os primeiros pontos da História da liga, em matéria do New York Times sobre o aniversário de duas décadas (clica lá embaixo que vale a pena!).

Como bem pontua a reportagem, fosse pela primeira impressão, porém, talvez a WNBA não vingasse. Ao menos pelo basquete produzido no jogo inaugural. Ou melhor: pela ausência de basquete!

Lisa Leslie e Rebecca Lobo

Como de praxe, a atmosfera estava fantástica, festiva e convidativa, com o selo de qualidade da entidade comandada por David Stern. Pôsteres gigantes das principais jogadoras, rodas-gigantes e outras atrações transformavam o lado de fora do The Forum em um show de entretenimento.

Dentro, mais de 14 mil pessoas presentes e transmissão nacional pela rede NBC.

Então, a bola subiu e as meninas de Los Angeles Sparks e New York Liberty não desempenharam. “Foi um jogo horroroso”, relembra Rebecca Lobo, no NYT, que também rememora os péssimos números daquela noite:

“Combinados, Sparks e Liberty fizeram 47 de 128 arremessos, ou um pouco menos de 37%. Elas ainda cometeram um absurdo de 54 turnovers”.

Bem, não demorou para as coisas se acertarem também em quadra e a WNBA se transformar em sucesso total.

Ah, o título da primeira edição ficou com o Houston Comets, que tinha Janeth no elenco. Aliás, a franquia levaria as quatro primeiras temporadas!

Mas essas histórias ficam pra outro dia… Porque todo dia é histórico.

Vídeo oficial da WNBA sobre os 20 anos da liga:

Lances do primeiro jogo:

Fontes e +MAIS:

– wnba.com

– Wikipedia

– Wikipédia

– Acervo Folha

– Acervo Estadão

– nytimes.com

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