O fim de um gênio chamado Maradona

Dia 1º de julho

O fim de um gênio chamado Maradona

O primeiro dia sem jogo do mundial dos EUA foi dos mais agitados para a imprensa, em especial a da Argentina.

Afinal, o dia que marcou o início de uma nova era no Brasil, a Era do Real, também ficaria na História pelo fim definitivo de um gênio chamado Diego Armando Maradona.

Fim que começou em 25 de junho. Após a vitória por 2 a 1 sobre a Nigéria, ele foi levado para realizar o exame antidoping. Quatro dias depois, houve a confirmação de que Maradona testara positivo. Um coquetel de efedrina e outras substâncias colocava ponto final à trajetória de uma das maiores estrelas do futebol mundial, um dos grandes da história das Copas, o craque de todos os tempos da Argentina.

No dia 30, a FIFA anunciava oficialmente a “bomba”, a Associação de Futebol Argentino (AFA) confirmava o doping e afastava Diego do elenco. Das arquibancadas do Cotton Bowl, em Dallas, o 10 assistia, estarrecido, à derrota da equipe no último duelo da primeira fase, os 2 a 0 para a Bulgária de Stoichkov. “Não acreditei que era a Argentina”, disse o Pibe de Oro.

“Eu fui excluído definitivamente do futebol. O que aconteceu me dá vontade de largar o esporte. Sinto como se tivessem cortado as minhas pernas”. Foram as fortes palavras de Maradona em entrevista exclusiva ao Canal 13, de Buenos Aires.

Em 1º de julho, repetiu as palavras em coletiva, em Dallas. “Juro por minhas filhas que não me droguei. Me cortaram as pernas. Me tiraram do futebol definitivamente, porque não acredito que haja outra oportunidade”, acrescentou.

Sim, ele nunca mais vestiria o manto albiceleste. O confronto contra os nigerianos seria o último com a 10 da Argentina.

Quatro Copas do Mundo (1982, 1986, 1990 e 1994), um título inesquecível, um vice e 10 gols marcados.

Sem Maradona, os Hermanos sucumbiriam diante da Romênia, nas oitavas.

Logo mais a gente conta essa história aqui no Especial da Copa de 94!

A obra-prima de Maradona na Copa de 1986, contra a Inglaterra, com inesquecível narração de Victor Hugo Morales:

Fontes:

– Wikipedia

– Acervo Folha

– Acervo Estadão

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